Árvore, mito e corpo no Yoga

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» por João Tadeu de Andrade
Siddhartha Gautama, o Buddha Shakyamuni
Conta a tradição que a iluminação de Siddhartha Gautama se deu sob a sombra de uma árvore, conhecida como Bodhi. Em visita à Índia, encontrei um lugar de veneração a essa árvore. Não se trata da mesma, mas sim de uma distante descendente, uma vez que essa planta vive em média 300 anos. Circulada por uma mureta de proteção, e ilustrada com imagens de Buddha com os tantos nomes dados a ele em sua peregrinação no extremo norte indiano, a árvore Bodhi traz uma enigmática e delicada característica: suas folhas apresentam a nítida forma de um coração.

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Sakshi (consciência testemunha e auto-observação)

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» por Karin Heuser WolffFlor de Lótus

Sakshi é o contato constante com o nosso eu profundo, em qualquer experiência da vida, é permanecer nas atividades da vida sem perder esse contato, é fazer tudo o que se tem para fazer, com auto-observação constante e ininterrupta, é manter a consciência daquilo que é essência, sem envolvimento ou identificação com experiências, sejam elas positivas ou não.

Mantemos o contato com aquela parte de nós que não muda, que não sofre ou se exalta, como espectador dessas experiências, mas com distanciamento.

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A inteligência do corpo

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» por Karin Heuser Wolff
Cathia Karin Heuser em hanumanasana - foto por Camila Reitz
Somos uma composição física, energética, emocional e mental que está em constante interação – uma influenciando a outra – em um jogo que pode tornar-se consciente. Tudo o que vivenciamos ao longo das nossas vidas faz com que estejamos assim como estamos agora. Portanto, somos o somatório das nossas experiências até o presente momento, e este é o momento de mudar.

As técnicas corporais do Yoga, os asanas, tornam esse somatório de experiências cada vez mais consciente, e através disso podemos mudar a nossa programação corporal, aperfeiçoar e desenvolver um estado de auto-observação constante e de como podemos interagir melhor com o meio, com o que nos cerca.

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Bandhas no Ashtanga Vinyasa Yoga

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Śri Tirumalai Krsnamacharya (1888-1989)
por Cathia Karin Heuser

Bandhas são fechos que evitam a dispersão da energia e ao mesmo tempo conduzem-na para alguma região especí­fica.

Os três mais importantes são: jalandhara bandha, uddiyana bandha e mula bandha. Jalandhara bandha envolve o pescoço, elevar a espinha e deixar toda a coluna ereta. Uddiyana bandha localiza-se na na área entre o diafragma e o chão pélvico. Mula bandha envolve a área entre o abdômen e o chão pélvico.

Os três bandhas podem ser aplicados ou sentidos tanto na inspiração quanto na expiração. Em ambos os casos, o movimento da energia é ascendente (na coluna), transformando o movimento rotineiro apânico (descendente).

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