Criar bons hábitos e destruir maus hábitos

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Cristiano em vajrasana, a postura do diamente, na sala de Yoga do Ar+Zen » foto por Cristiane Brito

Cristiano em vajrasana, a postura do diamente, na sala de Yoga do Ar+Zen » foto por Cristiane Brito

» por Paramahansa Yogananda (1893 – 1952)

A mente pode lhe dizer que você é incapaz de libertar-se de um hábito em especial, mas os hábitos são apenas repetições de seus próprios pensamentos, e, esses, você tem a capacidade de mudar. A maioria das pessoas que decide parar de fumar ou de comer doces em demasia continua a realizar tais atos, malgrado seu. Elas não mudam, porque as suas mentes, como esponjas, absorveram os seus hábitos de pensar. Hábito significa que a mente acredita não poder se livrar de determinado pensamento. O hábito é tenaz, sem dúvida. Uma vez praticado, um ato deixa um efeito ou impressão na sua consciência. Como resultado dessa influência, você tem probabilidade de repetir esse ato.

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Asana, dor e alinhamento

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Cristiano Bezerra em preparatório do janusirshasasana » foto por Ana Lorena Magalhães

Cristiano Bezerra em preparatório do janusirshasasana » foto por Ana Lorena Magalhães

» por Pedro Kupfer

Há dois tipos de dor que você pode sentir numa prática de asana: uma positiva e outra negativa. A dor positiva é aquela que você sente nos músculos, e que é sinal de que está trabalhando e mexendo nas estruturas físicas, dando a si mesmo um novo corpo. A dor negativa é a que você sente nas juntas, no interior das articulações, e que significa que você está forçando demasiado, fazendo os exercícios sem alinhamento ou praticando sem atenção ou sem a atitude mental correta. Se você tiver um corpo extremadamente flexível, precisa redobrar esses cuidados. Uma opção é trabalhar dentro da margem de segurança, evitando quaisquer exageros (recomendada para pessoas muito flexíveis). A outra, igualmente válida, seria trabalhar no limiar, no ponto onde o prazer se transforma em dor (mais adequada para pessoas não tão flexíveis assim). Nesse último caso, se pede atenção redobrada para evitar acidentes.

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Introdução do livro Mergulho na Paz

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Capa do livro Mergulho na Paz» por José Hermógenes (1921-)

Sei muito bem do drama dos pássaros,
a disputar audiência
com os grandes ruí­dos do tráfego.

Agradecimento

As primeiras edições foram êxito de livraria. Foram consumidas. A sociedade de consumo aprovou-as! Como pode ter acontecido, se não fiz concessões, não adocei a pí­lula e fiz frontal e claramente as contestações que supus necessárias?!

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