A Índia de todos os sentidos

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Juliana Luna na Índia
Conheça a experiência sensorial e cultural de uma brasileira na Índia…

por Juliana Luna

Minha viagem à Índia começou num jantar em Paris, no contato entre a minha boca e o perfumado arroz basmati, uma qualidade especial cultivada na Ásia. Mais do que um sabor impactante, um portal, que me transportou a um mágico universo de cores, cheiros e gostos, que pouco a pouco seduziram todos os meus sensos… Um por um.

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A grandeza do professor e do ensinamento

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Svami Dayananda» por Gloria Arieira

Bênção é uma palavra e um sentimento que vêm sempre à minha mente quando penso sobre a forma como fui parar na Índia, com a esperança de aprender Vedanta, que na realidade eu nem sabia o que era exatamente. Eu poderia ter encontrado qualquer professor, que poderia ter me ensinado algo que me fizesse mais confusa, ou então me orientado para uma devoção fanática. Algo que me fizesse perder a objetividade. E como poderia eu fazer algum julgamento e escolha?! Dentro da ignorância, como se pode discriminar para onde ir e com quem estudar?! Considero, portanto, que somente bênção, ou muito punya1, levou-me ao Svami Dayanandaji. E quanto mais não foi necessário para que eu pudesse lá ficar até aprender completa e adequadamente!!

Svamiji é uma benção para todos os seus alunos, não só por ser compreensí­vel, tolerante e carinhoso com todos, mas principalmente pela maneira clara com que ele ensina desde o começo, tornando claro o fato de Vedanta ser um meio de conhecimento, pramana, e não uma escola filosófica.

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  1. Virtude, mérito, bondade. (Nota do Digitador) []
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Um caminhão de sabedoria – entrevista com Professor Hermógenes

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» por Bernardo Horta

Maria Bicalho, esposa de um dos mais respeitados professores de Yoga do Brasil, foi atropelada por um caminhão quando o casal visitava o ashram de Sri Sathya Sai Baba, mestre de ambos, em janeiro de 1993, na Índia. Uma prova difí­cil, que deu a Hermógenes a oportunidade de pôr em prática a filosofia de vida que já professava há mais de 30 anos.

O Sr. não acredita mais na Medicina?

Quando proponho a Medicina sem terapeuta, sem médico, sem remédios, não estou contestando a alopatia e a homeopatia, pois elas todas são necessárias. A Medicina alopática me salvou da tuberculose. Não posso negá-la. Minha posição é que a Medicina tem se especializado em cuidar das doenças, e a Yogaterapia vai cuidar da saúde. Mas é verdade que podemos precisar da Medicina a qualquer momento…
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