Bicicletas, ahimsa e a cultura do automóvel

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Ciclista em Mumbai
» por Goura Nataraj das (Jorge Brand)

Uma das mais importantes qualidades de um brahmana, de um yogi, é a capacidade de reconhecer em tudo o que existe, nas mais diversas e distintas manifestações de existência, a unidade de Brahman, o princípio único que subjaz em todos os fenômenos.

Esse olhar singular, este re-conhecimento místico, aparece na Bhagavad Gita sob o termo sama-darshinah – visão equânime. O yogi possui uma visão de igualdade. Na diversidade quase infinita do mundo material, ele vê sempre Brahman, a divindade, a consciência suprema, por trás das formas sempre diferentes, sempre mutantes dos fenômenos.

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A Bhagavad Gita e a guerra

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Arjuna e Krishna
» por Svami Prabhavananda e Chistopher Isherwood

Antes da batalha de Kurukshetra começar, Arjuna pede a Krishna para levar sua carruagem até o espaço aberto entre os dois exércitos, para que possa ver os homens com quem vai lutar. Quando Krishna chega lá, Arjuna reconhece muitos de seus parentes e velhos amigos entre as fileiras do inimigo. Fica horrorizado pela revelação de que está para matar aqueles a quem ama mais do que a si mesmo. Em seu desespero, exclama: “Não lutarei!”.

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A Bhagavad Gita e a Filosofia Perene

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Arjuna e Krishna
» por Aldous Huxley (1894 – 1963)

Mais de vinte e cinco séculos passaram-se desde que a chamada Filosofia Perene (Sanathana Dharma) foi posta no papel; e, no curso desses séculos, encontrou expressão repetidamente, ora parcial, ora completa, ora nesta forma, ora naquela. No Vedanta e na profecia Hebraica, no Tao Te King e nos diálogos platônicos, no Evangelho segundo São João e na teologia Mahayana, em Plotinus e no Arcopagita, entre os sufis persas e os mí­sticos cristãos da Idade Média e da Renascença – a Filosofia Perene falou quase todas as lí­nguas da Ásia e da Europa e fez uso da terminologia e tradições de cada uma das religiões mais elevadas.

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