Entrevista com Gloria Arieira no eYoga.com.br

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Conheça a história da estudiosa, os segredos de sua viagem à Índia e o amor pelo que é védico.

Gloria Arieira e Marie Furlanetti em Teresópolis (RJ) » julho de 2008» por Thays Biasetti

Uma das mais respeitadas estudiosas dos Vedas e tradutora de sânscrito no Brasil, Gloria Arieira largou sua vida no país para viver quatro anos na Índia e estudar com Svami Dayananda, seu mestre. Desde seu retorno, dedica-se a promover o Vedanta e o sânscrito no Brasil e na Argentina, além do trabalho de tradução para o português de textos em sânscrito. Confira o bate-papo com a estudiosa sobre sua vida, a viagem à Índia e a paixão pela cultura védica.

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Taittiriya Upanishad

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Curso Intensivo de Vedanta com Gloria Arieira em Fortaleza

Dias 2 e 3 de setembro de 2006 (sábado e domingo).

Taittiriya Upanishad – O discurso de um sábio sobre a vida e a liberação.

A Taittiriya Upanishad é um texto encontrado no final dos Vedas, os textos sagrados da Índia, com a mesma idade deles, que considera-se ter mais de 9.000 anos. Todos os Vedas contêm um conhecimento declarado como tendo origem no próprio Criador e que vem até hoje numa sequência de mestre-discí­pulo sem cortes.

Assim como acontece ainda hoje, estudantes, desejosos do conhecimento sobre o Ser Absoluto, vão em busca de professores que, tendo estudado esse assunto, possam lhes ensinar. Ao mesmo tempo em que orientam os estudantes a viver uma vida que facilite a aquisição do autoconhcimento, também lhes fala sobre a natureza do Ser livre de limitação.

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Schopenhauer e a filosofia dos Vedas

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Arthur Schopenhauer (1788 - 1860)
» por Goura Nataraj Das (Jorge Brand)

A conexão do filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788 – 1860) com as escolas filosóficas ligadas aos Vedas, milenares escrituras sânscritas, é um dado irrefutável, seja pelas numerosas citações em seus escritos, ou seja pela influência que os conceitos ontológicos e metafí­sicos dos sábios vêdicos podem ter produzido em seu próprio sistema.

Também podemos basear nosso argumento no próprio nome dado pelo filósofo ao seu cão: Atma.

A distinção realizada por Kant entre a coisa-em-si (numenon) e o que se mostra (phainomenon) é um dos pontos de partida para a filosofia de Schopenhauer.

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