Uma “nova” ética para os relacionamentos amorosos

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Khajuraho
» por Rosana Biondillo

Por ter, como todos vocês que me lêem agora, passado por algumas amargas experiências no setor dos relacionamentos amorosos, comecei a prestar mais atenção à minha volta, procurando entender pelo menos um pouco do que andou me acontecendo.

Não sei se entendi, mas minhas observações estão se transformando numa pesquisa informal: observo as atitudes de pessoas que eu conheço, que são somadas aos comentários que ouço e aos desabafos que escuto. E, pasmem, depois de um tempo fazendo isso, passei alguns meses me sentindo quase um lixo de mulher.

Querem saber por quê?

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Yoga para iniciantes: a teoria e a prática

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Tania em padmasana e anjali mudra» por Rosana Biondillo

O Yoga é considerado uma disciplina prática. Numa aula, há várias partes que formam um conjunto harmônico. Cada uma dessas partes enfatiza um aspecto, como: preceitos éticos, posturas psicofísicas, respiração, relaxamento, concentração e meditação.

É um trabalho que integra corpo e mente de maneira consciente, promovendo uma reestruturação mental e orgânica do praticante. É por esse motivo que o mais apropriado é dizer “praticar Yoga”, e não “fazer Yoga”. Porém, isso não significa que o Yoga não tenha teoria. Tem, e muita! Só que, por si só, essa teoria é mero conhecimento intelectual. Importantíssimo, sem dúvida. Porém, no contexto do Yoga, a teoria deve ser incorporada à prática. Tem que ser “experimentada”. O praticante que estuda os textos tradicionais do Yoga pode compreender melhor suas experiências e avançar em sua prática. Mas tem que praticar.

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Chakras, centros de desenvolvimento psicoespiritual

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» por Rosana Biondillo

ChakrasNo Yoga, de forma geral, há um sistema que descreve os estágios do desenvolvimento psicoespiritual do ser como sendo formado por sete centros, denominados chakras (em sânscrito, “rodas”). Esses centros são também conhecidos como padmas (em sânscrito, “lótus”).

Esses sete centros psicoespirituais estão distribuídos ao longo da coluna vertebral, desde sua base e até o topo da cabeça. Devido à sua forma circular e espiralada ao redor da coluna, sua representação é a de uma serpente que jaz adormecida no último chakra, que se inicia na base da coluna, esperando o momento de ser despertada para iniciar sua escalada rumo ao topo da cabeça (que alguns textos dizem não ser exatamente um chakra, por ser aberto e/ou vazado na parte superior). Por esse motivo, ela é chamada de Kundalini, a “enrolada”. Enquanto “dorme” no último dos sete centros do corpo, ela deixa os outros seis desativados. Portanto, o objetivo das técnicas de Yoga é fazer despertar a serpente, fazer com que ela ergua sua cabeça e comece sua ascensão.

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