O controle das palavras

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Mira Alfassa (1878 - 1973), A Mãe

Mira Alfassa (1878 – 1973), A Mãe

» por Mira Alfassa, A Mãe (1878 – 1973)

Na Terra, o homem é o primeiro animal capaz de servir-se de sons articulados. Ele é muito orgulhoso disso. Aliás, se utiliza dessa capacidade sem medida nem discernimento. O mundo está ensurdecido pelo ruído de suas palavras, mas às vezes se é tentado a lastimar o silêncio harmonioso do reino vegetal.

O constante zumbido das palavras parece o acompanhamento indispensável das tarefas cotidianas. No entanto, logo que se procura reduzir o ruído ao mínimo, percebe-se que muitas coisas são feitas melhor e mais rápido no silêncio, e que isso ajuda a manter a paz interior e a concentração.

Se você não é sozinho e vive com outros, adquira o hábito de não se exteriorizar constantemente em palavras pronunciadas em voz alta, e você perceberá que, pouco a pouco, uma compreensão interior se estabelece entre você e os outros; poderá então intercomunicar-se reduzindo as palavras ao mínimo, ou mesmo em palavra alguma.

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25 de novembro: não coma carne

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www.meatlessday.com» por Geuza Leitão

Em homenagem a Sadhu Vaswani (1879 – 1966), que viveu na Índia moderna e foi contemporâneo de Mahatma Gandhi, hoje existe uma instituição filantrópica denominada Sadhu Vaswani Mission, com departamentos em vários paí­ses. Essa entidade defende a ecologia em suas múltiplas formas. Seus integrantes são macrobióticos, vegetarianos ou naturalistas, e, em qualquer regime, não consomem carne animal. Comemora, no dia 25 de novembro (data do aniversário de Sadhu Vaswani) de todos os anos, o Dia Sem Carne. Faz uma campanha mundial de protesto contra a matança dos animais, denominada Meatless Day (o Dia Sem Carne). É um dia de protesto contra a violência indiscriminada e injusta que é praticada contra os animais.

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Vegetarianismo radical

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Ganesha
» por George Guimarães

O cheiro de sangue é forte e pode ser sentido de longe. No mercado a céu aberto, o cliente escolhe o animal que lhe parece mais suculento. O golpe na virilha do cachorro é rápido, mas a morte não vem depressa. O sofrimento dura alguns minutos. Os animais que recebem o golpe na jugular têm mais sorte. Mas os abatedores de cães temem a mordida e preferem atacar o animal por trás.

Essa cena se repete diariamente na China. “Que absurdo”, diriam os ocidentais, para quem os cães são animais de estimação. O mesmo diria um indiano diante da forma como tratamos bois e vacas. Não há diferença entre matar um boi e um cachorro para comer. O raciocí­nio vale também para o esfolamento de galinhas, porcos e outros animais.

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