A Páscoa na visão do Vedanta

Jesus de Nazaré (4 a.C. – 33 d.C.), o Cristo

Jesus de Nazaré (4 a.C. – 33 d.C.), o Cristo

» por Andrês De Nuccio, do Instituto Ísvara, de Campinas (SP)

Vedanta é uma tradição que vem preservando e transmitindo, de geração a geração, o conhecimento da real natureza daquela parte de nosso ser que chamamos de Eu.

Num sentido amplo, Vedanta é todo ensinamento que leve o estudante a uma apreciação correta de sua própria natureza.

A nossa cultura nos transmitiu conceitos a respeito do que somos, através de nossos pais, professores e adultos significativos na infância, e através da televisão, jornais, e demais mídias formadoras de opinião na vida adulta.

Ao longo da nossa vida, fomos construindo respostas para a pergunta básica e fundamental: “quem sou eu?”. E essas respostas nos levam a viver do modo como estamos vivendo.

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Criar bons hábitos e destruir maus hábitos

Cristiano em vajrasana, a postura do diamente, na sala de Yoga do Ar+Zen » foto por Cristiane Brito

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» por Paramahansa Yogananda (1893 – 1952)

A mente pode lhe dizer que você é incapaz de libertar-se de um hábito em especial, mas os hábitos são apenas repetições de seus próprios pensamentos, e, esses, você tem a capacidade de mudar. A maioria das pessoas que decide parar de fumar ou de comer doces em demasia continua a realizar tais atos, malgrado seu. Elas não mudam, porque as suas mentes, como esponjas, absorveram os seus hábitos de pensar. Hábito significa que a mente acredita não poder se livrar de determinado pensamento. O hábito é tenaz, sem dúvida. Uma vez praticado, um ato deixa um efeito ou impressão na sua consciência. Como resultado dessa influência, você tem probabilidade de repetir esse ato.

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