Yoga e liberdade

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

» por Tales Nunes

Cristiano Bezerra em bhujapidasana, a postura da pressão sobre os braços, na sala de Yoga do Espaço Núcleo Sol. Foto por Paola Marques.

Cristiano Bezerra em bhujapidasana, a postura da pressão sobre os braços, na sala de Yoga do Espaço Núcleo Sol. Foto por Paola Marques.

Liberdade não é fazer o que se quer,
mas simplesmente contentar-se com o que se é.”

Tales Nunes

Qual, afinal, é o objetivo do Yoga? Para que fazermos tantas ações e criarmos uma disciplina de prática de Yoga? Parto do princípio de que o objetivo de praticarmos Yoga é alcançarmos a liberdade. Mas, se buscamos alcançar a liberdade, é porque não somos livres. Então, o que nos aprisiona?

O mundo, a realidade, é como é. Nós imprimimos sobre ele valores, desejos e expectativas, a tal ponto de podermos dizer que existe um mundo em cada mente humana. Há uma maneira de ver e de interpretar o mundo em cada pessoa.

Veja MAIS »

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Aceitando as pessoas e situações como elas são

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Camila Reitz em utthita hasta padangustasana» por Camila Reitz

Sempre fui uma pessoa que não se conforma facilmente com os fatos que envolvem injustiça, falta de caráter e, principalmente, acontecimentos que são desagradáveis para mim. Também sempre tive muita dificuldade em aceitar as pessoas como elas são, principalmente quando elas não são exatamente como eu gostaria que fossem. Sou uma pessoa comum, não diferente de todas as que julgam e tem aquela frase formada na ponta da língua: “na situação dele ou dela, EU faria de outra forma”.

Confesso que percebi, ao longo dos anos, que esse tipo de postura só fazia mal a mim mesma, afinal esse inconformismo produzia um sentimento de frustração muito grande que levava a um estado de raiva e não aceitação dos fatos. Veja MAIS »

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Uma outra maneira de ver os chakras

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Chakras em um yogi

» por Tales Nunes

Sempre ouvimos que os chakras deveriam ser visualizados ou sentidos. Como não conseguimos vê-los ou senti-los em toda a complexidade que é apresentada pelo Tantra, propomos interpretá-los de uma maneira diferente. Sugerimos, neste artigo, apenas pensarmos sobre os chakras. Acreditamos que o caminho à iluminação proposto pela prática tântrica pode ser pensada como uma simbologia da nossa própria trajetória de vida e da nossa busca pessoal pela espiritualidade, ou melhor, pela liberação. De acordo com o Vedanta, independentemente de etnia, nacionalidade ou crença, são quatro as buscas dos seres humanos: artha (segurança), kama (prazer), dharma (o correto agir) e moksha (a libertação).

Veja MAIS »

Compartilhe esse conteúdo com alguém...