Yoga não é só técnica: Yoga é cultura

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Valmiki, autor do Ramayana, o mais antigo épico indiano

Valmiki, autor do Ramayana, o mais antigo épico indiano

» por Pedro Kupfer, do yoga.pro.br

Muitos autores afirmam que o Yoga é um conjunto de técnicas práticas. No entanto, a definição do Yoga como pura e simples prática é incompleta, pelo fato de que ele vai muito além de seus aspectos técnicos.

Vejamos a definição de prática segundo o Dicionário Houaiss: prática é o “ato ou efeito de fazer algo, ação, execução, realização. Execução de alguma coisa que se planejou. Execução rotineira de alguma atividade. Maneira usual de fazer ou agir”. Nós sabemos que o Yoga é muito mais que isso.

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A Senda do Yoga, livro de Maria Laura Garcia Packer

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Veja 29 fotos, batidas por Cristiano Bezerra, de alguns momentos da palestra de lançamento
deste livro em Fortaleza na noite do dia 26 de outubro de 2008, domingo,
clicando nos números destas 6 páginas: 2 3 4 5 6 7

A Senda do Yoga, de Maria Laura Garcia Packer
R$ 60,00

ESGOTADO!

A Senda do Yoga é um guia de inspiração que expressa a trajetória no caminho do Yoga, capaz de realizar um movimento de transformação.

A primeira parte do livro refere-se à Filosofia do Yoga – A Senda do Sagrado, abordando tópicos básicos, porém úteis à compreensão da amplitude do Yoga, e expondo alguns ramos do conhecimento yogiko.

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Hatha Yoga, uma ginástica…

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Professor Hermógenes em padmasirshasana na década de 1960

Professor Hermógenes em padmasirshasana na década de 1960

» por José Hermógenes (1921-)

Praticar ginástica é cada dia mais necessário, principalmente àqueles que vivem numa grande cidade, desempenhando ocupações sedentárias. As pessoas vivem em regime de sobrecarga para a mente, provocada por preocupações e problemas de toda espécie, desde a falta de empregadas domésticas até a iminência de um conflito nuclear, desde a dificuldade de transporte até a alta incessante do custo de vida… Por outro lado, há também a sobrecarga para o pobre organismo (nervos, músculos…), porque é preciso trabalhar em mais de um emprego a fim de não sucumbir às condições aflitivas do orçamento. O excessivo desgaste físico e mental conduz o homem a encher a casa de quinquilharias que a técnica fabrica para dar-lhe mais comodidade à vida, e também o leva a correr à caça de múltiplos divertimentos excitantes. As ocupações rotineiras e sedentárias o fadigam. A efervescência político-social o neurotiza. As comodidades o amolecem. Os divertimentos quase sempre o fatigam. Raramente consegue o homem moderno repousar e recuperar-se. Isso é coisa que somente durante as férias anuais poucos conseguem.

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