Uma outra maneira de ver os chakras

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Chakras em um yogi

Chakras em um yogi

» por Tales Nunes

Sempre ouvimos que os chakras deveriam ser visualizados ou sentidos. Como não conseguimos vê-los ou senti-los em toda a complexidade que é apresentada pelo Tantra, propomos interpretá-los de uma maneira diferente. Sugerimos, neste artigo, apenas pensarmos sobre os chakras.

Acreditamos que o caminho à iluminação proposto pela prática tântrica pode ser pensada como uma simbologia da nossa própria trajetória de vida e da nossa busca pessoal pela espiritualidade, ou melhor, pela liberação.

De acordo com o Vedanta, independentemente de etnia, nacionalidade ou crença, são quatro as buscas dos seres humanos: artha (segurança), kama (prazer), dharma (o correto agir) e moksha (a libertação).

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Exercícios respiratórios básicos

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Cristiano Bezerra respirando em vajrasana, a postura do diamante, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Cristiane Brito.

Cristiano Bezerra respirando em vajrasana, a postura do diamante, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Cristiane Brito.

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

As técnicas descritas a seguir servirão como treinamento básico para dominar e ampliar a mecânica da respiração. Poderão fazer-se independentemente umas das outras ou obedecendo à sequência sugerida. Todas elas podem ser aplicadas durante a prática dos asanas, o que irá potencializar os seus efeitos. Siga cuidadosamente estas instruções e consulte o seu instrutor caso tenha dúvidas a respeito.

1 – Adhama pranana, a respiração abdominal

A primeira etapa na prática de pranayama é disciplinar a respiração baixa ou abdominal. Pode ser feita deitado em decúbito dorsal ou sentado com as costas eretas. Procure fazê-la enquanto vamos descrevendo.

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Hatha Yoga, uma ginástica…

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Professor Hermógenes em padmasirshasana na década de 1960

Professor Hermógenes em padmasirshasana na década de 1960


» por Professor Hermógenes (1921-2015)

Praticar ginástica é cada dia mais necessário, principalmente àqueles que vivem numa grande cidade, desempenhando ocupações sedentárias. As pessoas vivem em regime de sobrecarga para a mente, provocada por preocupações e problemas de toda espécie, desde a falta de empregadas domésticas até a iminência de um conflito nuclear, desde a dificuldade de transporte até a alta incessante do custo de vida… Por outro lado, há também a sobrecarga para o pobre organismo (nervos, músculos…), porque é preciso trabalhar em mais de um emprego a fim de não sucumbir às condições aflitivas do orçamento.

O excessivo desgaste físico e mental conduz o homem a encher a casa de quinquilharias que a técnica fabrica para dar-lhe mais comodidade à vida, e também o leva a correr à caça de múltiplos divertimentos excitantes. As ocupações rotineiras e sedentárias o fadigam. A efervescência político-social o neurotiza. As comodidades o amolecem. Os divertimentos quase sempre o fatigam. Raramente consegue o homem moderno repousar e recuperar-se. Isso é coisa que somente durante as férias anuais poucos conseguem.

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Asana, dor e alinhamento

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Cristiano Bezerra em preparatório do janusirshasasana na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Ana Lorena Magalhães

Cristiano Bezerra em preparatório do janusirshasasana na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Ana Lorena Magalhães

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Há dois tipos de dor que você pode sentir numa prática de asana: uma positiva e outra negativa. A dor positiva é aquela que você sente nos músculos, e que é sinal de que está trabalhando e mexendo nas estruturas físicas, dando a si mesmo um novo corpo. A dor negativa é a que você sente nas juntas, no interior das articulações, e que significa que você está forçando demasiado, fazendo os exercícios sem alinhamento ou praticando sem atenção ou sem a atitude mental correta. Se você tiver um corpo extremadamente flexível, precisa redobrar esses cuidados. Uma opção é trabalhar dentro da margem de segurança, evitando quaisquer exageros (recomendada para pessoas muito flexíveis). A outra, igualmente válida, seria trabalhar no limiar, no ponto onde o prazer se transforma em dor (mais adequada para pessoas não tão flexíveis assim). Nesse último caso, se pede atenção redobrada para evitar acidentes.

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