Hatha Yoga, uma ginástica…

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Professor Hermógenes em padmasirshasana na década de 1960

Professor Hermógenes em padmasirshasana na década de 1960


» por Professor Hermógenes (1921-2015)

Praticar ginástica é cada dia mais necessário, principalmente àqueles que vivem numa grande cidade, desempenhando ocupações sedentárias. As pessoas vivem em regime de sobrecarga para a mente, provocada por preocupações e problemas de toda espécie, desde a falta de empregadas domésticas até a iminência de um conflito nuclear, desde a dificuldade de transporte até a alta incessante do custo de vida… Por outro lado, há também a sobrecarga para o pobre organismo (nervos, músculos…), porque é preciso trabalhar em mais de um emprego a fim de não sucumbir às condições aflitivas do orçamento.

O excessivo desgaste físico e mental conduz o homem a encher a casa de quinquilharias que a técnica fabrica para dar-lhe mais comodidade à vida, e também o leva a correr à caça de múltiplos divertimentos excitantes. As ocupações rotineiras e sedentárias o fadigam. A efervescência político-social o neurotiza. As comodidades o amolecem. Os divertimentos quase sempre o fatigam. Raramente consegue o homem moderno repousar e recuperar-se. Isso é coisa que somente durante as férias anuais poucos conseguem.

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Asana, dor e alinhamento

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Cristiano Bezerra em preparatório do janusirshasasana na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Ana Lorena Magalhães

Cristiano Bezerra em preparatório do janusirshasasana na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Ana Lorena Magalhães

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Há dois tipos de dor que você pode sentir numa prática de asana: uma positiva e outra negativa. A dor positiva é aquela que você sente nos músculos, e que é sinal de que está trabalhando e mexendo nas estruturas físicas, dando a si mesmo um novo corpo. A dor negativa é a que você sente nas juntas, no interior das articulações, e que significa que você está forçando demasiado, fazendo os exercícios sem alinhamento ou praticando sem atenção ou sem a atitude mental correta. Se você tiver um corpo extremadamente flexível, precisa redobrar esses cuidados. Uma opção é trabalhar dentro da margem de segurança, evitando quaisquer exageros (recomendada para pessoas muito flexíveis). A outra, igualmente válida, seria trabalhar no limiar, no ponto onde o prazer se transforma em dor (mais adequada para pessoas não tão flexíveis assim). Nesse último caso, se pede atenção redobrada para evitar acidentes.

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Benefícios de kukkutasana, a postura do galo, segundo Lino Miele

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Kukkutasana, a postura do galo, em desenho por John Scott

Kukkutasana, a postura do galo, em desenho por John Scott


» por Lino Miele

Ao praticar este asana, mula bandha e uddiyana bandha deverão ser afrouxados.

O reto (guda nala) deverá ser relaxado, para realizar a prática de nauli.

Nauli é o movimento dos músculos do reto abdominal, primeiro na direção circular do sentido horário e em seguida na direção contrária, com os pulmões vazios.

Isso cura a prisão de ventre (malabaddata).

Além disso, a postura alivia problemas de urina e limpa a uretra.

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Benefícios de ardha baddha padma paschimottanasana, segundo Lino Miele

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Ardha baddha padma paschimottanasana, em desenho por John Scott

Ardha baddha padma paschimottanasana, em desenho por John Scott

» por Lino Miele

Este asana, ardha baddha padma paschimottanasana, a flexão do meio lótus entrelaçado, produz efeito poderoso sobre o fígado (yakrut) e o baço (pleeha), ambos órgãos que exercem seu papel nos processos digestivos do corpo.

O fígado controla a digestão das gorduras e contribui para o controle do metabolismo, ao passo que o baço produz os glóbulos brancos necessários para a resistência às enfermidades, ajudando a purificar o sangue.

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