Asana, dor e alinhamento

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Cristiano Bezerra em preparatório do janusirshasasana » foto por Ana Lorena Magalhães

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» por Pedro Kupfer

Há dois tipos de dor que você pode sentir numa prática de asana: uma positiva e outra negativa. A dor positiva é aquela que você sente nos músculos, e que é sinal de que está trabalhando e mexendo nas estruturas físicas, dando a si mesmo um novo corpo. A dor negativa é a que você sente nas juntas, no interior das articulações, e que significa que você está forçando demasiado, fazendo os exercícios sem alinhamento ou praticando sem atenção ou sem a atitude mental correta. Se você tiver um corpo extremadamente flexível, precisa redobrar esses cuidados. Uma opção é trabalhar dentro da margem de segurança, evitando quaisquer exageros (recomendada para pessoas muito flexíveis). A outra, igualmente válida, seria trabalhar no limiar, no ponto onde o prazer se transforma em dor (mais adequada para pessoas não tão flexíveis assim). Nesse último caso, se pede atenção redobrada para evitar acidentes.

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Para que lado giram os chakras?

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» por Pedro Kupfer

os chakras e suas coresAo meditar nos chakras, você não deve prestar atenção ao corpo físico, mas ao corpo sutil, no espaço interior. Pense nos chakras como redemoinhos com o centro mais claro que as extremidades, girando vertiginosamente em ambos os sentidos. Você poderá perguntar: “Em ambos os sentidos? Como assim?”. Assim mesmo. Os chakras giram em ambos os sentidos. E giram muito rapidamente.

O processo respiratório não é apenas inspirar ou apena expirar. Os chakras não giram só para a direita ou só para a esquerda. O universo é expansão e recolhimento, em todos os planos. Quando se medita sobre um chakra, uma das coisas que precisa fazer-se é ver qual é o movimento dominante nele, se horário ou anti-horário. O movimento horário faz com que o chakra projete energia para fora. O anti-horário é para captar energia do ambiente. Isso é fácil de se conseguir com um pouquinho de prática, usando a intuição. Raramente falha.

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Uma outra maneira de ver os chakras

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Chakras em um yogi

» por Tales Nunes

Sempre ouvimos que os chakras deveriam ser visualizados ou sentidos. Como não conseguimos vê-los ou senti-los em toda a complexidade que é apresentada pelo Tantra, propomos interpretá-los de uma maneira diferente. Sugerimos, neste artigo, apenas pensarmos sobre os chakras. Acreditamos que o caminho à iluminação proposto pela prática tântrica pode ser pensada como uma simbologia da nossa própria trajetória de vida e da nossa busca pessoal pela espiritualidade, ou melhor, pela liberação. De acordo com o Vedanta, independentemente de etnia, nacionalidade ou crença, são quatro as buscas dos seres humanos: artha (segurança), kama (prazer), dharma (o correto agir) e moksha (a libertação).

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