Uma outra maneira de ver os chakras

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Chakras em um yogi

Chakras em um yogi

» por Tales Nunes

Sempre ouvimos que os chakras deveriam ser visualizados ou sentidos. Como não conseguimos vê-los ou senti-los em toda a complexidade que é apresentada pelo Tantra, propomos interpretá-los de uma maneira diferente. Sugerimos, neste artigo, apenas pensarmos sobre os chakras.

Acreditamos que o caminho à iluminação proposto pela prática tântrica pode ser pensada como uma simbologia da nossa própria trajetória de vida e da nossa busca pessoal pela espiritualidade, ou melhor, pela liberação.

De acordo com o Vedanta, independentemente de etnia, nacionalidade ou crença, são quatro as buscas dos seres humanos: artha (segurança), kama (prazer), dharma (o correto agir) e moksha (a libertação).

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Meditando sobre os chakras

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Os chakras e o corpo denso

Os chakras e o corpo denso


» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

O Yoga vê o homem como um reflexo do macrocosmos. A energia criadora que engendra o Universo manifesta-se no homem, que não está separado nem é diferente dela. O nome dessa energia é kundalini. A nossa consciência individual é apenas uma das suas dimensões, pois energia e consciência não são coisas separadas. A ciência concorda com o Yoga em que o universo é um verdadeiro mar de energia. Eles diferem, entretanto, quanto ao significado dessa constatação. O Yoga diz que ela possui implicações pessoais profundas. Se a matéria é de fato vibração, então o corpo humano, que faz parte do mundo material, também está feito de energia. Consciência e energia estão intimamente ligadas, sendo dois aspectos da mesma realidade.

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Chakras, centros de desenvolvimento psicoespiritual

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» por Rosana Biondillo

No Yoga, de forma geral, há um sistema que descreve os estágios do desenvolvimento psicoespiritual do ser como sendo formado por sete centros, denominados chakras (em sânscrito, “rodas”). Esses centros são também conhecidos como padmas (em sânscrito, “lótus”).

Esses sete centros psicoespirituais estão distribuídos ao longo da coluna vertebral, desde sua base e até o topo da cabeça. Devido à sua forma circular e espiralada ao redor da coluna, sua representação é a de uma serpente que jaz adormecida no último chakra, que se inicia na base da coluna, esperando o momento de ser despertada para iniciar sua escalada rumo ao topo da cabeça (que alguns textos dizem não ser exatamente um chakra, por ser aberto e/ou vazado na parte superior). Por esse motivo, ela é chamada de Kundalini, a “enrolada”. Enquanto “dorme” no último dos sete centros do corpo, ela deixa os outros seis desativados. Portanto, o objetivo das técnicas de Yoga é fazer despertar a serpente, fazer com que ela erga sua cabeça e comece sua ascensão.

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Árvore, mito e corpo no Yoga

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» por João Tadeu de Andrade
Siddhartha Gautama, o Buddha Shakiamuni
Conta a tradição que a iluminação de Siddhartha Gautama se deu sob a sombra de uma árvore, conhecida como Bodhi. Em visita à Índia, encontrei um lugar de veneração a essa árvore. Não se trata da mesma, mas sim de uma distante descendente, uma vez que essa planta vive em média 300 anos. Circulada por uma mureta de proteção, e ilustrada com imagens de Buddha com os tantos nomes dados a ele em sua peregrinação no extremo norte indiano, a árvore Bodhi traz uma enigmática e delicada caracterí­stica: suas folhas apresentam a ní­tida forma de um coração.

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