A prece do bom administrador

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Francisco de Assis (1182 - 1226)

Francisco de Assis (1182 – 1226)

» por Professor Hermógenes (1921-2015)

“Senhor,
Fazei de mim um instrumento de Vossa PAZ.
Onde houver ódio, que eu leve o AMOR.
Onde houver ofensa, que eu leve o PERDÃO.
Onde houver discórdia, que eu leve a UNIÃO.
Onde houver dúvida, que eu leve a FÉ.
Onde houver erro, que eu leve a VERDADE.
Onde houver desespero, que eu leve a ESPERANÇA.
Onde houver tristeza, que eu leve a ALEGRIA.
Onde houver trevas, que eu leve a LUZ.

Ó, Mestre,
Fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado.

Compreender que ser compreendido.
Amar que ser amado.


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Yoga ou bhoga?

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» por Professor Hermógenes (1921-2015)

Mestre Yoda, personagem fictício no universo de Star Wars, criado por George Lucas

Mestre Yoda, personagem fictício no universo de Star Wars, criado por George Lucas

Os Mestres insistiram em ensinar que, se pretendemos alcançar o Divino em nós, é-nos recomendado exercer um afiado, constante, profundo e claro discernimento, para defender-nos de ilusões, fantasias, equívocos e engôdos. Só assim podemos evitar iludir-nos e, se já estivermos iludidos, desiludir-nos em relação ao mundo impermanente e, portanto, ilusório e decepcionante. Somente após desiludidos quanto à impossível perenidade de tudo, pois tudo é transitório, chegaremos à mais libertadora e iluminadora conquista, que é desapegar-nos das coisas do mundo, sem o que não podemos começar a caminhada rumo à única realidade perene: Deus.

O “filho pródigo”, quando ainda seduzido e arrastado pelas atrações do mundo, não tem como entregar-se ao Yoga ensinado pelos Sábios e pelas escrituras. Ele ainda está se distanciando do Pai por preferir os dourados atavios da ilusão. Um “filho pródigo” assim, ainda encantado com as promessas e delícias mundanas, não quer saber da austeridade do Yoga ensinado pelas sagradas escrituras e pelos Mestres.

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O que é Yoga? por Pedro Kupfer

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Cristiano Bezerra em padmasana, a postura da flor de lótus, em 2013. Foto por Cristiane Brito.

Cristiano Bezerra em padmasana, a postura da flor de lótus, em 2013. Foto por Cristiane Brito.

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Muito se fala a respeito do Yoga. Muitas definições foram dadas, mas sempre temos a sensação de que alguma coisa fica faltando; de que ele se recusa a ficar aprisionado numa definição. Porque essas quatro letras juntas significam muitas coisas. E o Yoga acaba sendo sempre mais do que as palavras podem dizer.

O Yoga é uma visão peculiar sobre o ser humano e seu papel na ordem das coisas, bem como um caminho de autoanálise que pode ser colocado em prática, prescindindo de qualquer teoria ou crença. Um caminho que conduz o homem a compreender verdadeiramente a si mesmo.

Todo mundo já ouviu dizer que Yoga significa união em sânscrito, mas Yoga igualmente significa trabalho, aplicação. Ou seja, Yoga seria o meio e o fim ao mesmo tempo. Jaideva Singh, no comentário do Vijñanabhairava (p. XIII), um antigo texto tântrico, afirma:

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A Páscoa na visão do Vedanta

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Jesus de Nazaré (4 a.C. – 30 d.C.), o Cristo

Jesus de Nazaré (4 a.C. – 30 d.C.), o Cristo

» por Andrês De Nuccio, do Instituto Ísvara, de Campinas (SP)

Vedanta é uma tradição que vem preservando e transmitindo, de geração a geração, o conhecimento da real natureza daquela parte de nosso ser que chamamos de Eu.

Num sentido amplo, Vedanta é todo ensinamento que leve o estudante a uma apreciação correta de sua própria natureza.

A nossa cultura nos transmitiu conceitos a respeito do que somos, através de nossos pais, professores e adultos significativos na infância, e através da televisão, jornais, e demais mídias formadoras de opinião na vida adulta.

Ao longo da nossa vida, fomos construindo respostas para a pergunta básica e fundamental: “quem sou eu?”. E essas respostas nos levam a viver do modo como estamos vivendo.

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