Uma outra maneira de ver os chakras

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Chakras em um yogi

Chakras em um yogi

» por Tales Nunes

Sempre ouvimos que os chakras deveriam ser visualizados ou sentidos. Como não conseguimos vê-los ou senti-los em toda a complexidade que é apresentada pelo Tantra, propomos interpretá-los de uma maneira diferente. Sugerimos, neste artigo, apenas pensarmos sobre os chakras.

Acreditamos que o caminho à iluminação proposto pela prática tântrica pode ser pensada como uma simbologia da nossa própria trajetória de vida e da nossa busca pessoal pela espiritualidade, ou melhor, pela liberação.

De acordo com o Vedanta, independentemente de etnia, nacionalidade ou crença, são quatro as buscas dos seres humanos: artha (segurança), kama (prazer), dharma (o correto agir) e moksha (a libertação).

Veja MAIS »

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Hatha Yoga, uma ginástica…

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Professor Hermógenes em padmasirshasana na década de 1960

Professor Hermógenes em padmasirshasana na década de 1960


» por Professor Hermógenes (1921-2015)

Praticar ginástica é cada dia mais necessário, principalmente àqueles que vivem numa grande cidade, desempenhando ocupações sedentárias. As pessoas vivem em regime de sobrecarga para a mente, provocada por preocupações e problemas de toda espécie, desde a falta de empregadas domésticas até a iminência de um conflito nuclear, desde a dificuldade de transporte até a alta incessante do custo de vida… Por outro lado, há também a sobrecarga para o pobre organismo (nervos, músculos…), porque é preciso trabalhar em mais de um emprego a fim de não sucumbir às condições aflitivas do orçamento.

O excessivo desgaste físico e mental conduz o homem a encher a casa de quinquilharias que a técnica fabrica para dar-lhe mais comodidade à vida, e também o leva a correr à caça de múltiplos divertimentos excitantes. As ocupações rotineiras e sedentárias o fadigam. A efervescência político-social o neurotiza. As comodidades o amolecem. Os divertimentos quase sempre o fatigam. Raramente consegue o homem moderno repousar e recuperar-se. Isso é coisa que somente durante as férias anuais poucos conseguem.

Veja MAIS »

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Criar bons hábitos e destruir maus hábitos

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Cristiano em vajrasana, a postura do diamante, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Cristiane Brito

Cristiano em vajrasana, a postura do diamante, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Cristiane Brito

» por Paramahansa Yogananda (1893 – 1952)

A mente pode lhe dizer que você é incapaz de libertar-se de um hábito em especial, mas os hábitos são apenas repetições de seus próprios pensamentos, e, esses, você tem a capacidade de mudar. A maioria das pessoas que decide parar de fumar ou de comer doces em demasia continua a realizar tais atos, malgrado seu. Elas não mudam, porque as suas mentes, como esponjas, absorveram os seus hábitos de pensar. Hábito significa que a mente acredita não poder se livrar de determinado pensamento. O hábito é tenaz, sem dúvida. Uma vez praticado, um ato deixa um efeito ou impressão na sua consciência. Como resultado dessa influência, você tem probabilidade de repetir esse ato.

Veja MAIS »

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Introdução do livro Deus investe em você

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Capa do livro Deus investe em você, do Professor Hermógenes.

Capa do livro Deus investe em você, do Professor Hermógenes.

» por Professor Hermógenes (1921-2015)

Este livro é mais uma tentativa de estimular pensamento, reflexão e esforço que possam viabilizar a libertação d’Aquilo que, dentro de cada pessoa, cintila como faísca do Supremo Sol, mas que, envolto nos densos véus opacos de todas as manifestações do egoísmo, é como se não existisse.

Mas existe mesmo, pois é a própria Vida.

Aprendi e tenho certeza: dentro de cada ser humano, o altar de Deus está iluminado pelo Amor, e é reino de pureza e luz, de liberdade e poder, de paz e perfeição.

Sei – e você também sabe – que todo esse tesouro está como que enterrado, e sem vez. É como se não existisse.

O que vemos em cada um, e na sociedade como um todo, é uma espantosa pandemia de dor, uma onda incontida de destruição, uma avalanche de perversão, uma aflitiva onipresença do conflito e do desespero.

Veja MAIS »

Compartilhe esse conteúdo com alguém...