Quatro respostas sobre Yoga e meio ambiente

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Tales Nunes

Tales Nunes

» entrevista com Tales Nunes por Mônica Pinto, do portal AmbienteBrasil

Praticante de Yoga desde 1997 e professor desde 1999, Tales Nunes mudou-se de Aracaju (SE) para Florianópolis (SC) com dois objetivos claros: fazer um Curso de Formação em Yoga com o uruguaio Pedro Kupfer, radicado no Brasil e referência no setor, e Mestrado em Antropologia na UFSC. No Mestrado, o tema foi o significado da experiência corporal em praticantes de Yoga. Atualmente, ele ministra aulas na capital catarinense e edita os Cadernos de Yoga, publicação trimestral em que, na forma de artigos e debates, vem fazendo uma correlação direta entre a prática yogika e a preservação ambiental. AmbienteBrasil fez a Tales Nunes quatro perguntas. Confira!

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Exercícios respiratórios básicos

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Cristiano Bezerra respirando em vajrasana, a postura do diamante, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Cristiane Brito.

Cristiano Bezerra respirando em vajrasana, a postura do diamante, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Cristiane Brito.

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

As técnicas descritas a seguir servirão como treinamento básico para dominar e ampliar a mecânica da respiração. Poderão fazer-se independentemente umas das outras ou obedecendo à sequência sugerida. Todas elas podem ser aplicadas durante a prática dos asanas, o que irá potencializar os seus efeitos. Siga cuidadosamente estas instruções e consulte o seu instrutor caso tenha dúvidas a respeito.

1 – Adhama pranana, a respiração abdominal

A primeira etapa na prática de pranayama é disciplinar a respiração baixa ou abdominal. Pode ser feita deitado em decúbito dorsal ou sentado com as costas eretas. Procure fazê-la enquanto vamos descrevendo.

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Características da respiração yogika

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Um yogi praticando pranayama

Um yogi praticando pranayama

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Em quase todos os casos, excetuando-se alguns exercícios específicos, a respiração durante o pranayama precisa manter sempre certas qualidades. Ela deve ser: profunda, completa, consciente, ritmada, controlada, uniforme, lenta, silenciosa, nasal e com a mínima projeção do ar. Veremos separadamente cada uma dessas particularidades.

1) Profunda. A respiração yogika é ampla, utilizando a totalidade da capacidade pulmonar. Respirar profundamente significa usar a estrutura ósseo-muscular do tronco para otimizar a assimilação do ar. Ao respirar, toda a musculatura do tronco participa do processo, porém, nunca devemos elevar nem movimentar os ombros.

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O que é pranayama?

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Um yogi praticando nadi sodhana pranayama

Um yogi praticando nadi sodhana pranayama

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Pranayama consiste em controlar o processo
de inspirar (shvasa) e expirar (prashvasa)”
Patañjali, em Yoga Sutra, II:49

A vida começa com a primeira inspiração e se prolonga até a última exalação. O alento é a vida, que flui com tal naturalidade que são poucos os momentos em que percebemos o seu valor. No entanto, se compararmos os elementos vitais para a existência, esse vai ocupar o primeiro lugar: sem alimento consegue-se subsistir durante várias semanas, sem água alguns dias, sem ar durante alguns minutos, mas sem prana, sem energia, não podemos subsistir nem um segundo sequer.

Respirar é viver, respirar bem implica viver melhor, respirar com plenitude significa existir plenamente. Acontece que a maioria das pessoas respira de forma superficial e insuficiente, utilizando apenas uma ínfima parte da capacidade pulmonar e vital. É uma forma bastante precária e limitada de respirar e viver, se considerarmos o potencial que temos para desenvolver de saúde, vitalidade e resistência.

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