Asana é diversão?

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Um palhaço imitando uma postura (asana) de Yoga

Um palhaço imitando uma postura (asana) de Yoga

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Estava ontem lendo um livro de Yoga escrito por um dos mais famosos yogis estadunidenses, que ensina um método criado por ele próprio aqui no Ocidente. Embora tente me manter aberto, tendo a desconfiar das formas de Yoga nascidas fora do berço, porque a possibilidade de viralatizar a prática aumenta muito. No final do capítulo sobre asana (a prática física do Yoga), uma frase chamou minha atenção: put on some inspiring music, and have fun!, que significa: ponha uma música inspiradora [para tocar durante a prática], e divirta-se! (To have fun traduz-se como “divertir-se”).

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O que é Yoga? por Pedro Kupfer

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Cristiano Bezerra em padmasana, a postura da flor de lótus, em 2013. Foto por Cristiane Brito.

Cristiano Bezerra em padmasana, a postura da flor de lótus, em 2013. Foto por Cristiane Brito.

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Muito se fala a respeito do Yoga. Muitas definições foram dadas, mas sempre temos a sensação de que alguma coisa fica faltando; de que ele se recusa a ficar aprisionado numa definição. Porque essas quatro letras juntas significam muitas coisas. E o Yoga acaba sendo sempre mais do que as palavras podem dizer.

O Yoga é uma visão peculiar sobre o ser humano e seu papel na ordem das coisas, bem como um caminho de autoanálise que pode ser colocado em prática, prescindindo de qualquer teoria ou crença. Um caminho que conduz o homem a compreender verdadeiramente a si mesmo.

Todo mundo já ouviu dizer que Yoga significa união em sânscrito, mas Yoga igualmente significa trabalho, aplicação. Ou seja, Yoga seria o meio e o fim ao mesmo tempo. Jaideva Singh, no comentário do Vijñanabhairava (p. XIII), um antigo texto tântrico, afirma:

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Uma “nova” ética para os relacionamentos amorosos

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Escultura erótica em templo hindu medieval em Khajuraho, Índia

Escultura erótica em templo hindu medieval em Khajuraho, Índia

» por Rosana Biondillo

Por ter, como todos vocês que me leem agora, passado por algumas amargas experiências no setor dos relacionamentos amorosos, comecei a prestar mais atenção à minha volta, procurando entender pelo menos um pouco do que andou me acontecendo.

Não sei se entendi, mas minhas observações estão se transformando numa pesquisa informal: observo as atitudes de pessoas que eu conheço, que são somadas aos comentários que ouço e aos desabafos que escuto.

E, pasmem, depois de um tempo fazendo isso, passei alguns meses me sentindo quase um lixo de mulher.

Querem saber por quê?

Porque eu “descobri” uma coisa que já anda acontecendo há séculos, mas que nunca antes me chamou tanto a atenção:

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Comida e caráter

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Sri Sathya Sai Baba (1926 - 2011), educador indiano

Sri Sathya Sai Baba (1926 – 2011), educador indiano

» por Sri Sathya Sai Baba (1926 – 2011)

A humanidade é uma inseparável Unidade. Contudo, nós vemos que o homem tem diferenças de opinião, que existem constantes conflitos entre diferentes religiões, que existem tensões entre as castas e que um país é inimigo do outro.

Qual é a causa desses conflitos? A causa de todos esses conflitos e diferenças de opinião é a comida. A comida que você come causa todas essas diferenças, assim como é a comida que você come que determina o que você é, no final.

Existem três qualidades na comida que você consome: sattva (equilíbrio, pureza), rajas (agitação, atividade) e tamas (inércia, ignorância).

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