O que é Yoga? por Rosana Biondillo

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Aluna Raquel em sua aula de Yoga em casa em maio de 2017. Foto por Cristiano Bezerra.

Aluna Raquel em sua aula de Yoga em casa em maio de 2017. Foto por Cristiano Bezerra.


» por Rosana Biondillo

Aparentemente, não há mistérios quanto ao significado mais difundido da palavra sânscrita Yoga, ou seja, união de todas as dualidades da existência. Mas quando tenta-se chegar a uma interpretação mais abrangente sobre os conteúdos das práticas de Yoga, tudo se torna mais árido e sutil.

Isso acontece porque ainda, em pleno século vinte e um, costuma-se pensar que o Yoga é uma religião; outros afirmam que é uma ciência; muitos documentam que é uma filosofia; há ainda outros tantos que o consideram uma psicologia, uma terapia, uma fisiologia, uma dança, uma atividade física

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Yoga e liberdade

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» por Tales Nunes

Cristiano Bezerra em bhujapidasana, a postura da pressão sobre os braços, na sala de Yoga do Espaço Núcleo Sol. Foto por Paola Marques.

Cristiano Bezerra em bhujapidasana, a postura da pressão sobre os braços, na sala de Yoga do Espaço Núcleo Sol. Foto por Paola Marques.

Liberdade não é fazer o que se quer,
mas simplesmente contentar-se com o que se é.”

Tales Nunes

Qual, afinal, é o objetivo do Yoga? Para que fazermos tantas ações e criarmos uma disciplina de prática de Yoga? Parto do princípio de que o objetivo de praticarmos Yoga é alcançarmos a liberdade. Mas, se buscamos alcançar a liberdade, é porque não somos livres. Então, o que nos aprisiona?

O mundo, a realidade, é como é. Nós imprimimos sobre ele valores, desejos e expectativas, a tal ponto de podermos dizer que existe um mundo em cada mente humana. Há uma maneira de ver e de interpretar o mundo em cada pessoa.

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A prece do bom administrador

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Francisco de Assis (1182 - 1226)

Francisco de Assis (1182 – 1226)

» por Professor Hermógenes (1921-2015)

“Senhor,
Fazei de mim um instrumento de Vossa PAZ.
Onde houver ódio, que eu leve o AMOR.
Onde houver ofensa, que eu leve o PERDÃO.
Onde houver discórdia, que eu leve a UNIÃO.
Onde houver dúvida, que eu leve a FÉ.
Onde houver erro, que eu leve a VERDADE.
Onde houver desespero, que eu leve a ESPERANÇA.
Onde houver tristeza, que eu leve a ALEGRIA.
Onde houver trevas, que eu leve a LUZ.

Ó, Mestre,
Fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado.

Compreender que ser compreendido.
Amar que ser amado.


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O Yoga e o Ocidente

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Carl Gustav Jung (1875-1961)

Carl Gustav Jung (1875-1961)

» por Carl Gustav Jung (1875-1961) 1

Há pouco menos de um século o Ocidente adquiriu alguma noção do Yoga. Embora seja verdade que há mais de dois mil anos tenham chegado à Europa os mais variados tipos de narrativas maravilhosas provenientes da Índia fabulosa, com seus sábios e céticos onfálicos, contudo, só mediante os primeiros contatos com as Upanishads, trazidas ao Ocidente por Anquetil du Perron, teve início um verdadeiro conhecimento da filosofia hindu e da prática filosófica da Índia. Mas um conhecimento mais geral e mais aprofundado só foi possível graças ao trabalho de Max Muller, Oxford e aos Sacred Books of East, editados por ele. Esse conhecimento real, no entanto, restringiu-se inicialmente aos indólogos e filósofos. Mas o movimento teosófico, encadeado por Madame Blavatsky, não tardou em apoderar-se das tradições orientais e as colocou ao alcance do público.

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  1. Texto originalmente publicado em tradução inglesa em Prabuddha Bharata, Calcutá, fevereiro de 1936. []
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