Exercícios respiratórios básicos

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Cristiano Bezerra respirando em vajrasana, a postura do diamante, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Cristiane Brito.

Cristiano Bezerra respirando em vajrasana, a postura do diamante, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Cristiane Brito.

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

As técnicas descritas a seguir servirão como treinamento básico para dominar e ampliar a mecânica da respiração. Poderão fazer-se independentemente umas das outras ou obedecendo à sequência sugerida. Todas elas podem ser aplicadas durante a prática dos asanas, o que irá potencializar os seus efeitos. Siga cuidadosamente estas instruções e consulte o seu instrutor caso tenha dúvidas a respeito.

1 – Adhama pranana, a respiração abdominal

A primeira etapa na prática de pranayama é disciplinar a respiração baixa ou abdominal. Pode ser feita deitado em decúbito dorsal ou sentado com as costas eretas. Procure fazê-la enquanto vamos descrevendo.

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Características da respiração yogika

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Um yogi praticando pranayama

Um yogi praticando pranayama

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Em quase todos os casos, excetuando-se alguns exercícios específicos, a respiração durante o pranayama precisa manter sempre certas qualidades. Ela deve ser: profunda, completa, consciente, ritmada, controlada, uniforme, lenta, silenciosa, nasal e com a mínima projeção do ar. Veremos separadamente cada uma dessas particularidades.

1) Profunda. A respiração yogika é ampla, utilizando a totalidade da capacidade pulmonar. Respirar profundamente significa usar a estrutura ósseo-muscular do tronco para otimizar a assimilação do ar. Ao respirar, toda a musculatura do tronco participa do processo, porém, nunca devemos elevar nem movimentar os ombros.

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O que é pranayama?

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Um yogi praticando nadi sodhana pranayama

Um yogi praticando nadi sodhana pranayama

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Pranayama consiste em controlar o processo
de inspirar (shvasa) e expirar (prashvasa)”
Patañjali, em Yoga Sutra, II:49

A vida começa com a primeira inspiração e se prolonga até a última exalação. O alento é a vida, que flui com tal naturalidade que são poucos os momentos em que percebemos o seu valor. No entanto, se compararmos os elementos vitais para a existência, esse vai ocupar o primeiro lugar: sem alimento consegue-se subsistir durante várias semanas, sem água alguns dias, sem ar durante alguns minutos, mas sem prana, sem energia, não podemos subsistir nem um segundo sequer.

Respirar é viver, respirar bem implica viver melhor, respirar com plenitude significa existir plenamente. Acontece que a maioria das pessoas respira de forma superficial e insuficiente, utilizando apenas uma ínfima parte da capacidade pulmonar e vital. É uma forma bastante precária e limitada de respirar e viver, se considerarmos o potencial que temos para desenvolver de saúde, vitalidade e resistência.

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Hatha Yoga, uma ginástica…

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Professor Hermógenes em padmasirshasana na década de 1960

Professor Hermógenes em padmasirshasana na década de 1960


» por Professor Hermógenes (1921-2015)

Praticar ginástica é cada dia mais necessário, principalmente àqueles que vivem numa grande cidade, desempenhando ocupações sedentárias. As pessoas vivem em regime de sobrecarga para a mente, provocada por preocupações e problemas de toda espécie, desde a falta de empregadas domésticas até a iminência de um conflito nuclear, desde a dificuldade de transporte até a alta incessante do custo de vida… Por outro lado, há também a sobrecarga para o pobre organismo (nervos, músculos…), porque é preciso trabalhar em mais de um emprego a fim de não sucumbir às condições aflitivas do orçamento.

O excessivo desgaste físico e mental conduz o homem a encher a casa de quinquilharias que a técnica fabrica para dar-lhe mais comodidade à vida, e também o leva a correr à caça de múltiplos divertimentos excitantes. As ocupações rotineiras e sedentárias o fadigam. A efervescência político-social o neurotiza. As comodidades o amolecem. Os divertimentos quase sempre o fatigam. Raramente consegue o homem moderno repousar e recuperar-se. Isso é coisa que somente durante as férias anuais poucos conseguem.

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