Exercícios respiratórios básicos

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Cristiano Bezerra respirando em vajrasana, a postura do diamante, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Cristiane Brito.

Cristiano Bezerra respirando em vajrasana, a postura do diamante, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Cristiane Brito.

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

As técnicas descritas a seguir servirão como treinamento básico para dominar e ampliar a mecânica da respiração. Poderão fazer-se independentemente umas das outras ou obedecendo à sequência sugerida. Todas elas podem ser aplicadas durante a prática dos asanas, o que irá potencializar os seus efeitos. Siga cuidadosamente estas instruções e consulte o seu instrutor caso tenha dúvidas a respeito.

1 – Adhama pranana, a respiração abdominal

A primeira etapa na prática de pranayama é disciplinar a respiração baixa ou abdominal. Pode ser feita deitado em decúbito dorsal ou sentado com as costas eretas. Procure fazê-la enquanto vamos descrevendo.

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Afirmações científicas de Paramahansa Yogananda

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Paramahansa Yogananda (1893 – 1952) em 1933

Paramahansa Yogananda (1893 – 1952) em 1933

» por Professor Hermógenes (1921-2015)

Encontrei em Paramahansa Yogananda (1893 – 1952)1 aquilo que, não deixando de ser linda poesia, poderíamos conceituar como uma oração yogika, uma prece perfeita.

Transforme-a o leitor em ritual diário.

Repita-a. Faça com que ela penetre em todos os planos da consciência. Viva-a com a integridade de seu ser.

Para melhor efeito, atenda a estas recomendações que se seguem2:

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  1. Adaptação de Afirmaciones Científicas para Curación (Scientific Healing Affirmations), Editorial Kier, Buenos Aires. []
  2. Enquanto não sentir absoluto conforto num dos asanas de meditação, medite numa cadeira onde, de costas apoiadas, mas conservando a verticalidade do tronco, possa permanecer mais de uma hora sem sentir o corpo. []
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A prece do bom administrador

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Francisco de Assis (1182 - 1226)

Francisco de Assis (1182 – 1226)

» por Professor Hermógenes (1921-2015)

“Senhor,
Fazei de mim um instrumento de Vossa PAZ.
Onde houver ódio, que eu leve o AMOR.
Onde houver ofensa, que eu leve o PERDÃO.
Onde houver discórdia, que eu leve a UNIÃO.
Onde houver dúvida, que eu leve a FÉ.
Onde houver erro, que eu leve a VERDADE.
Onde houver desespero, que eu leve a ESPERANÇA.
Onde houver tristeza, que eu leve a ALEGRIA.
Onde houver trevas, que eu leve a LUZ.

Ó, Mestre,
Fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado.

Compreender que ser compreendido.
Amar que ser amado.


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Hatha Yoga e vertigem

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Cristiano em variação de parivrtta hasta padangusthasana, uma postura de equilíbrio com torção, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Ana Lorena Magalhães

Cristiano em variação de parivrtta hasta padangusthasana, uma postura de equilíbrio com torção, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Ana Lorena Magalhães


» por Dr. Luís Mário Duarte

É muito comum encontrarmos alunos que advertem aos seus professores de Hatha Yoga que sofrem de “labirintite”, querendo dizer, na verdade, que sofrem de vertigem.

A vertigem é o sintoma cardinal de uma doença vestibular (sistema responsável pelo equilíbrio do corpo). A vertigem é a sensação de movimento quando este não existe ou uma sensação exagerada de movimento em resposta a um dado movimento do corpo. Vertigem não é apenas uma sensação de rodopio ou giro, mas também uma sensação de movimento pendular lateral ou queda para frente ou para trás, ou ainda de que o chão está rodando abaixo dos pés. A vertigem deve ser distinguida do desequilíbrio, da sensação de leveza da cabeça e da síncope (perda abrupta da consciência seguida de queda). A vertigem pode resultar de uma vestibulopatia periférica ou central.

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