Descondicione-se!

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Flor de lótus

Flor de lótus

» por Professor Hermógenes (1921-2015)

Foi um daqueles que se afastaram sem se despedir. Conseguira compensadoras melhoras imediatas. Teve a “melhora inicial” a que me referi(1). Apesar de responsável por uma grande clientela, não obstante seus conhecimentos científicos, não conseguia tratar de si mesmo. Precisou do Yoga e o Yoga o atendeu. Como se fora sem dizer as razões, aceitei a hipótese de que se afastara exatamente porque melhorara, o que, inconscientemente, ele teria desejado que não acontecesse.

Hipótese errada. Seu afastamento não fora causado por isso, mas sim por outro motivo não menos imaturo. Recentemente, vim a saber.

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  1. Na página 73 da 35ª edição, de 2001, do livro Yoga para Nervosos []
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Curso Instantâneo (e gratuito!) de Formação e receita infalível para ficar rico ensinando Yoga

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Sadhu, asceta yogin que renunciou à vida em sociedade

Sadhu, asceta yogin que renunciou à vida em sociedade

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Não quero ser repetitivo com os temas que escolho para escrever no site yoga.pro.br (1), mas as atuais circunstâncias nos mostram que alguns assuntos estão longe de se esgotar. Um deles é o tratamento patife e caricato que o Yoga está recebendo nos meios de comunicação. Do jeito que as coisas estão sendo apresentadas, esse sofisticado sistema de filosofia está ficando muito parecido com um cachorro vira-lata (com todo respeito pelos simpáticos quadrúpedes).

Para evitar que as coisas piorem, achei que seria uma boa ideia estipular um padrão mínimo de ensino para que essa tradição milenar não se perca. Dessa forma, e inspirado pelos cursos de nivelamento oferecidos pelos CREFs, criei um Curso Instantâneo de Formação. Igualmente, juntei a ele uma série de dicas importantes que podem ser aplicadas por aqueles que aspiram a ficar ricos ensinando Yoga, sem abrir mão da profundidade filosófica dos ensinamentos (tá bom, só um pouquinho!).

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  1. Esse artigo foi originalmente publicado em 25 de novembro de 2003 em yoga.pro.br []
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Quem manda no teu desejo?

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Kamadhenu, a vaca sagrada do deus Indra, na Mitologia Hindu

Kamadhenu, a vaca sagrada do deus Indra, na Mitologia Hindu


» por Ernani Fornari (Dharmendra)

Quando lemos textos ou ouvimos palestras sobre alimentação natural, o assunto acaba geralmente circulando em torno das questões relacionadas com a qualidade dos alimentos, as virtudes dos cereais integrais, a contaminação dos alimentos, os malefícios da carne e do açúcar branco, etc, etc. Tudo isso está abundantemente desdobrado na numerosa literatura disponível.

Este texto pretende abordar uma outra questão que é pouco colocada e que é o que verdadeiramente norteia, na grande maioria das pessoas, o ato de comer e a opção pelos alimentos: o desejo.

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A Páscoa na visão do Vedanta

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Jesus de Nazaré (4 a.C. – 30 d.C.), o Cristo

Jesus de Nazaré (4 a.C. – 30 d.C.), o Cristo

» por Andrês De Nuccio, do Instituto Ísvara, de Campinas (SP)

Vedanta é uma tradição que vem preservando e transmitindo, de geração a geração, o conhecimento da real natureza daquela parte de nosso ser que chamamos de Eu.

Num sentido amplo, Vedanta é todo ensinamento que leve o estudante a uma apreciação correta de sua própria natureza.

A nossa cultura nos transmitiu conceitos a respeito do que somos, através de nossos pais, professores e adultos significativos na infância, e através da televisão, jornais, e demais mídias formadoras de opinião na vida adulta.

Ao longo da nossa vida, fomos construindo respostas para a pergunta básica e fundamental: “quem sou eu?”. E essas respostas nos levam a viver do modo como estamos vivendo.

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