Schopenhauer e a filosofia dos Vedas

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Arthur Schopenhauer (1788 - 1860)

Arthur Schopenhauer (1788 – 1860)

» por Goura Nataraj (Jorge Brand) (1979-)

A conexão do filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788 – 1860) com as escolas filosóficas ligadas aos Vedas, milenares escrituras sânscritas, é um dado irrefutável, seja pelas numerosas citações em seus escritos, ou seja pela influência que os conceitos ontológicos e metafísicos dos sábios védicos podem ter produzido em seu próprio sistema.

Também podemos basear nosso argumento no próprio nome dado pelo filósofo ao seu cão: Atma.

A distinção realizada por Kant entre a coisa-em-si (numenon) e o que se mostra (phainomenon) é um dos pontos de partida para a filosofia de Schopenhauer.

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O Yoga e a bicicleta

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Swami Sivananda (1887 – 1963) e sua bicicleta

Swami Sivananda (1887 – 1963) e sua bicicleta


» por Goura Nataraj (Jorge Brand) (1979-)

A relação do ser humano com o seu habitat envolve necessariamente a questão do seu deslocamento nesse habitat. Meios de transporte que estejam mais em sintonia com a natureza se tornarão mais e mais requisitados, desde que a sustentação do esquema do óleo – petro-óleo – têm se mostrado como uma das coisas mais desastrosas nas quais a humanidade já se meteu.

Podemos pensar desde os numerosos vazamentos nas praias e mares, com consequências duradouras aos locais onde ocorreram tais incidentes (Galícia, Alasca, Paranaguá, Rio Iguaçu, Líbano etc), até a poluição das cidades onde se torna cada vez mais desagradável ter que pegar o carro para fazer algum deslocamento qualquer devido às inúmeras complicações que ele provoca.

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Bicicleta, ahimsa e a cultura do automóvel

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Ciclista em Mumbai, Índia

Ciclista em Mumbai, Índia


» por Goura Nataraj (Jorge Brand) (1979-)

Uma das mais importantes qualidades de um brahmana, de um yogi, é a capacidade de reconhecer em tudo o que existe, nas mais diversas e distintas manifestações de existência, a unidade de Brahman, o princípio único que subjaz em todos os fenômenos.

Esse olhar singular, este re-conhecimento místico, aparece na Bhagavad Gita sob o termo sama-darshinah – visão equânime. O yogi possui uma visão de igualdade. Na diversidade quase infinita do mundo material, ele vê sempre Brahman, a divindade, a consciência suprema, por trás das formas sempre diferentes, sempre mutantes dos fenômenos.

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