A Páscoa na visão do Vedanta

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Jesus de Nazaré (4 a.C. – 30 d.C.), o Cristo

Jesus de Nazaré (4 a.C. – 30 d.C.), o Cristo

» por Andrês De Nuccio, do Instituto Ísvara, de Campinas (SP)

Vedanta é uma tradição que vem preservando e transmitindo, de geração a geração, o conhecimento da real natureza daquela parte de nosso ser que chamamos de Eu.

Num sentido amplo, Vedanta é todo ensinamento que leve o estudante a uma apreciação correta de sua própria natureza.

A nossa cultura nos transmitiu conceitos a respeito do que somos, através de nossos pais, professores e adultos significativos na infância, e através da televisão, jornais, e demais mídias formadoras de opinião na vida adulta.

Ao longo da nossa vida, fomos construindo respostas para a pergunta básica e fundamental: “quem sou eu?”. E essas respostas nos levam a viver do modo como estamos vivendo.

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Vegetarianismo radical

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Kamadhenu, a vaca sagrada do deus Indra, na Mitologia Hindu

Kamadhenu, a vaca sagrada do deus Indra, na Mitologia Hindu

» por George Guimarães (1974-)

O cheiro de sangue é forte e pode ser sentido de longe. No mercado a céu aberto, o cliente escolhe o animal que lhe parece mais suculento. O golpe na virilha do cachorro é rápido, mas a morte não vem depressa. O sofrimento dura alguns minutos. Os animais que recebem o golpe na jugular têm mais sorte. Mas os abatedores de cães temem a mordida e preferem atacar o animal por trás.

Essa cena se repete diariamente na China. “Que absurdo”, diriam os ocidentais, para quem os cães são animais de estimação. O mesmo diria um indiano diante da forma como tratamos bois e vacas. Não há diferença entre matar um boi e um cachorro para comer. O raciocínio vale também para o esfolamento de galinhas, porcos e outros animais.

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Schopenhauer e a filosofia dos Vedas

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Arthur Schopenhauer (1788 - 1860)

Arthur Schopenhauer (1788 – 1860)

» por Goura Nataraj (Jorge Brand) (1979-)

A conexão do filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788 – 1860) com as escolas filosóficas ligadas aos Vedas, milenares escrituras sânscritas, é um dado irrefutável, seja pelas numerosas citações em seus escritos, ou seja pela influência que os conceitos ontológicos e metafísicos dos sábios védicos podem ter produzido em seu próprio sistema.

Também podemos basear nosso argumento no próprio nome dado pelo filósofo ao seu cão: Atma.

A distinção realizada por Kant entre a coisa-em-si (numenon) e o que se mostra (phainomenon) é um dos pontos de partida para a filosofia de Schopenhauer.

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Deus investe em você

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A parábola dos talentos

A parábola dos talentos


» por Professor Hermógenes (1921-2015)

Sabemos que investimento é a aplicação de recursos visando a uma renda. Só se investe quando se confia que se obterá lucro.

Escolhe-se um investimento investigando três condições:

a) rentabilidade;
b) segurança;
c) liquidez.

Não há exagero em dizer que “Deus investe em você”.

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