Curso Instantâneo (e gratuito!) de Formação e receita infalível para ficar rico ensinando Yoga

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Sadhu, asceta yogin que renunciou à vida em sociedade

Sadhu, asceta yogin que renunciou à vida em sociedade

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Não quero ser repetitivo com os temas que escolho para escrever no site yoga.pro.br (1), mas as atuais circunstâncias nos mostram que alguns assuntos estão longe de se esgotar. Um deles é o tratamento patife e caricato que o Yoga está recebendo nos meios de comunicação. Do jeito que as coisas estão sendo apresentadas, esse sofisticado sistema de filosofia está ficando muito parecido com um cachorro vira-lata (com todo respeito pelos simpáticos quadrúpedes).

Para evitar que as coisas piorem, achei que seria uma boa ideia estipular um padrão mínimo de ensino para que essa tradição milenar não se perca. Dessa forma, e inspirado pelos cursos de nivelamento oferecidos pelos CREFs, criei um Curso Instantâneo de Formação. Igualmente, juntei a ele uma série de dicas importantes que podem ser aplicadas por aqueles que aspiram a ficar ricos ensinando Yoga, sem abrir mão da profundidade filosófica dos ensinamentos (tá bom, só um pouquinho!).

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  1. Esse artigo foi originalmente publicado em 25 de novembro de 2003 em yoga.pro.br []
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O Presente que Ele sempre quis

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Maria de Nazaré e o menino Jesus

Maria de Nazaré e o menino Jesus

» por Professor Hermógenes (1921-2015)

É quase novo milênio! E é dia de festa. Dia de Natal, de natalício, de aniversário.

Aniversário, logo de quem?! Do menino Jesus!

Então, viva o aniversariante!

É tempo de Papai Noel, nas lojas e na mente da meninada.

É tempo de comprar e vender, de faturar.

É tempo de despesas, agitação e estresse.

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Introdução do livro O Presente

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Capa do livro O Presente

Capa do livro O Presente

» por Professor Hermógenes (1921-2015)

Mestre,

Antes, em nossa casa-paraíso, na Tua presença, nada nos faltava e nos inebriávamos com Tua luz, Tua paz, Teu poder, e nos sentíamos totalmente libertos, desfrutávamos a doçura da saúde plena e da bem-aventurança. Depois, seduzidos pela magia do mundo, partimos para um aventureiro auto-desterro, e, com isso, fomos tomados pela penúria espiritual, pelo vazio, pelo tédio, pela neurose, pelo pavor… Por conta própria, deixamos de ser Teus príncipes e, passado algum tempo, nos vimos “passando fome em país distante”, alimentando os porcos de um mau patrão.

Compadecido de nossa miséria total, Te fizeste carne para, habitando entre nós, resgatar todos de nós que aceitassem Teu convite e Teu braço misericordioso para retornar ao Lar.


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