Asana é diversão?

Um palhaço imitando uma postura (asana) de Yoga

Um palhaço imitando uma postura (asana) de Yoga

» por Pedro Kupfer, do yoga.pro.br

Estava ontem lendo um livro de Yoga escrito por um dos mais famosos yogis estadunidenses, que ensina um método criado por ele próprio aqui no Ocidente. Embora tente me manter aberto, tendo a desconfiar das formas de Yoga nascidas fora do berço, porque a possibilidade de viralatizar a prática aumenta muito. No final do capítulo sobre asana (a prática física do Yoga), uma frase chamou minha atenção: put on some inspiring music, and have fun!, que significa: ponha uma música inspiradora [para tocar durante a prática], e divirta-se! (To have fun traduz-se como “divertir-se”).

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5 de janeiro de 1893, dia do nascimento de Paramahansa Yogananda

Paramahansa Yogananda (1893 - 1952)

Paramahansa Yogananda (1893 – 1952)

Mahavatar Babaji, em seu primeiro encontro com Sri Yukteswar, disse que sentia vibrações de muitas almas sedentas de espiritualidade vindas até ele, como um dilúvio, vibrações muito distantes, provenientes da América e da Europa.

Percebendo santos em potenciais nesses lugares, esperando apenas serem despertados, Babaji comunicou a Sri Yukteswar que lhe enviaria mais tarde um discípulo para ser treinado com a meta de disseminar o Yoga pelo Ocidente.

Muito tempo depois, em 5 de janeiro de 1893, na cidade de Gokakhpur, no nordeste da Índia, próximo das cordilheiras do Himalaia, nascia Mukunda Lal Gosh, quarto filho de Bhagabati Charan Gosh e de Gurru Ghosh.

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O Yoga e o Ocidente

Carl Gustav Jung (1875-1961)

Carl Gustav Jung (1875-1961)

» por Carl Gustav Jung (1875-1961) 1

Há pouco menos de um século o Ocidente adquiriu alguma noção do Yoga. Embora seja verdade que há mais de dois mil anos tenham chegado à Europa os mais variados tipos de narrativas maravilhosas provenientes da Índia fabulosa, com seus sábios e céticos onfálicos, contudo, só mediante os primeiros contatos com as Upanishads, trazidas ao Ocidente por Anquetil du Perron, teve início um verdadeiro conhecimento da filosofia hindu e da prática filosófica da Índia. Mas um conhecimento mais geral e mais aprofundado só foi possível graças ao trabalho de Max Muller, Oxford e aos Sacred Books of East, editados por ele. Esse conhecimento real, no entanto, restringiu-se inicialmente aos indólogos e filósofos. Mas o movimento teosófico, encadeado por Madame Blavatsky, não tardou em apoderar-se das tradições orientais e as colocou ao alcance do público.

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  1. Texto originalmente publicado em tradução inglesa em Prabuddha Bharata, Calcutá, fevereiro de 1936. []
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