Yamas e Niyamas, a ética do Yoga

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Sri Krishna e os cinco irmãos Pandavas, personagens do épico indiano Mahabharata

Sri Krishna e os cinco irmãos Pandavas, personagens do épico indiano Mahabharata

» síntese por Cristiano Bezerra (1971-)

Quando o yogi se torna qualificado, através da prática da disciplina ética, por abster-se de ações ilícitas (yama) e da auto superação (niyama), pode (então) começar a prática de asanas e das outras técnicas.
Yoga Bhasya Varana, II:29

Se você não tiver tempo ou disposição para agir conforme a ética do Yoga, tampouco terá tempo nem atitude para praticá-lo. Yama e niyama são os dois primeiros passos da caminhada, condição indispensável para que a prática dê resultados concretos.
Pedro Kupfer

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Uma outra maneira de ver os chakras

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Chakras em um yogi

Chakras em um yogi

» por Tales Nunes

Sempre ouvimos que os chakras deveriam ser visualizados ou sentidos. Como não conseguimos vê-los ou senti-los em toda a complexidade que é apresentada pelo Tantra, propomos interpretá-los de uma maneira diferente. Sugerimos, neste artigo, apenas pensarmos sobre os chakras.

Acreditamos que o caminho à iluminação proposto pela prática tântrica pode ser pensada como uma simbologia da nossa própria trajetória de vida e da nossa busca pessoal pela espiritualidade, ou melhor, pela liberação.

De acordo com o Vedanta, independentemente de etnia, nacionalidade ou crença, são quatro as buscas dos seres humanos: artha (segurança), kama (prazer), dharma (o correto agir) e moksha (a libertação).

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Amor Radical ou emoções baratas?

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Radha e Krishna

Radha e Krishna


» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Hoje em dia, está na moda ficar. Pessoas ficam. Por exemplo, ouvimos dizer que Fulano ficou com Sicrana. Demorei um pouco para entender o que era esse tal de ficar. Ainda bem que tenho um dicionário em casa: aprendi que ficar é “manter (com alguém) convívio de algumas horas, sem compromisso de estabilidade ou fidelidade amorosa”. Traduzindo: ficar é viver um relacionamento amoroso avulso. Emoções baratas (cheap thrills), diria Janis Joplin.

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Ideias para uma relação entre o Yoga e o Ciclismo

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» por Goura Nataraj (Jorge Brand) (1979-)

Goura Nataraj (Jorge Brand) em sua bicicleta

Goura Nataraj (Jorge Brand) em sua bicicleta

Não há dificuldade em percebermos que nossa sociedade moderna volta-se cada vez mais a um ideal oriental de paz e disposição para com a vida. O número de escolas de Yoga, de ashrams, de autores, professores e de estudos sérios sobre o assunto também aumenta e tende a crescer. Claro que falamos aqui em termos gerais, relativos, pois o mundo ocidental também vê crescer em si, ou melhor, re-crescer em si, ideais de alienação, separatismo, ódio e preconceito. Que outra oposição mais díspar e precisa poderíamos fazer, ao lembrarmos da figura de Gandhi, com sua tremenda força espiritual, que abnegava o uso da violência, e o atual “senhor-da-guerra”, Sr. Bush, que afirma trazer a luz da civilização para o lado escuro da humanidade, utilizando para isso a defesa de uma ideologia da violência aliada a uma propaganda de um falso dever moral?

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