A Saudação ao Sol

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» por Cathia Karin Heuser

Cathia Karin Heuser fazendo o Surya Namaskar A

Cathia Karin Heuser fazendo o Surya Namaskar A

Há milhares de anos, na antiga tradição cultural indiana, essa atividade cumpria dupla finalidade: como religião, adorar o Deus Sol (Surya), e, como exercício, para tornar o corpo flexível, ágil, acordar a energia interna e despertar a energia espiritual da kundalini.

O Surya Namaskar (Saudação ao Sol) é uma sequência de flexões e extensões. Inicia-se memorizando os asanas e depois sincronizando com as inspirações e exalações. Quando se eleva a cabeça, os braços ou tronco, inspira-se, e quando baixamos o tronco, os braços ou a cabeça, exala-se.

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Meditando sobre os chakras

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os chakras e o corpo denso» por Pedro Kupfer

O Yoga vê o homem como um reflexo do macrocosmos. A energia criadora que engendra o Universo manifesta-se no homem, que não está separado nem é diferente dela. O nome dessa energia é kundalini. A nossa consciência individual é apenas uma das suas dimensões, pois energia e consciência não são coisas separadas. A ciência concorda com o Yoga em que o universo é um verdadeiro mar de energia. Eles diferem, entretanto, quanto ao significado dessa constatação. O Yoga diz que ela possui implicações pessoais profundas. Se a matéria é de fato vibração, então o corpo humano, que faz parte do mundo material, também está feito de energia. Consciência e energia estão intimamente ligadas, sendo dois aspectos da mesma realidade.

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Chakras, centros de desenvolvimento psicoespiritual

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» por Rosana Biondillo

ChakrasNo Yoga, de forma geral, há um sistema que descreve os estágios do desenvolvimento psicoespiritual do ser como sendo formado por sete centros, denominados chakras (em sânscrito, “rodas”). Esses centros são também conhecidos como padmas (em sânscrito, “lótus”).

Esses sete centros psicoespirituais estão distribuídos ao longo da coluna vertebral, desde sua base e até o topo da cabeça. Devido à sua forma circular e espiralada ao redor da coluna, sua representação é a de uma serpente que jaz adormecida no último chakra, que se inicia na base da coluna, esperando o momento de ser despertada para iniciar sua escalada rumo ao topo da cabeça (que alguns textos dizem não ser exatamente um chakra, por ser aberto e/ou vazado na parte superior). Por esse motivo, ela é chamada de Kundalini, a “enrolada”. Enquanto “dorme” no último dos sete centros do corpo, ela deixa os outros seis desativados. Portanto, o objetivo das técnicas de Yoga é fazer despertar a serpente, fazer com que ela ergua sua cabeça e comece sua ascensão.

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