Nadi shodhana pranayama, o pranayama nas escrituras clássicas do Hatha Yoga

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yogi praticando nadi shodhana pranayama
» por Miguel Homem

Vimos dar iní­cio a um estudo comparativo de alguns pranayamas em textos clássicos do Hatha Yoga, o Hatha Yoga Pradipika, o Gheranda Samhita e o Śiva Samhita, com o que se pretende dar a conhecer parte daqueles textos, bem como familiarizar o praticante com a linguagem dos shastras.

O nadi shodhana pranayama é vulgarmente conhecido como a respiração alternada. A sequência base desse pranayama é feita da seguinte forma:

a) colocar as mãos em jñana mudra, visnu mudra, nasagra mudra ou outro;
b) obstruir a narina direita ou preferencialmente logo acima da narina, bloqueando a passagem do ar;
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Ujjayi pranayama

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» por Pedro Kupfer
yogi tibetano
Ujjayi significa vitorioso. Deriva da raiz ujji, conquistar. Embora seja descrita aqui como uma técnica especí­fica de pranayama, esse tipo de respiração acontece espontaneamente em estados de concentração intensa e meditação profunda.

A técnica é muito simples. Sente-se em qualquer posição de meditação, com as costas eretas, porém descontraí­das. Coloque as mãos em jñana mudra e, com os olhos fechados, comece a fazer a respiração completa, contraindo levemente a glote e fazendo com que o ar flua com uma certa pressão. Veja MAIS »

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Kumbhaka bandha pranayama

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» por Pedro Kupfer

Adrian Vilas Bôas praticando pranayamaA palavra kumbha ou kumbhaka significa cântaro. Kumbhaka bandha é a respiração completa, com ritmo e contrações. É um dos exercí­cios mais importantes do Yoga, tendo uma forte atuação nos órgãos internos, glândulas endócrinas e plexos nervosos. O mais importante desta técnica, porém, não está em seu efeito fisiológico, senão no plano sutil, no estímulo produzido no corpo energético. Proporciona o bhuta shuddhi, a purificação dos elementos corporais, considerada condição sine qua non para o despertar da kundalini.

Sentado em atitude receptiva, mantenha a coluna vertebral ereta, visualizando-a como se fosse uma quantidade de moedas empilhadas cuidadosamente umas sobre as outras. Deixe as mãos em jñana mudra, unindo os polegares e indicadores.

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