Pranayama: a porta da percepção

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Curso Intensivo de Yoga em Fortaleza com Cláudio Fernandez, do Rio de Janeiro

13, 14 e 15 de março de 2009, sexta, sábado e domingo.

Veja 48 fotos, produzidas por Cristiano Bezerra, da palestra da noite de sexta-feira, dia 13 de março de 2009,
clicando nos números destas 7 páginas: 3 4 5 6 7 8 9

Veja 152 fotos, produzidas por Silviane Silvério, da aula da tarde do sábado, dia 14 de março de 2009,
clicando nos números destas 23 páginas: 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32

Aula de pranayama com Cláudio Fernandez - foto por Denise Mustafa
Dentro do processo evolutivo do Yoga, o pranayama ocupa um ponto crucial, pois ele é a chave a partir da qual a união entre corpo, energia e mente torna-se fluida o suficiente para suportar o processo de dhyana (meditação). Na realidade, especificamente dentro do Hatha Yoga, podemos afirmar que todo samyama (dharana, dhyana e samadhi) se apoia em pranayama e, por isso, entender a estrutura e a prática do pranayama se torna fundamental e até mesmo essencial.

Os objetivos deste Curso são:

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Ujjayi pranayama

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» por Pedro Kupfer
yogi tibetano
Ujjayi significa vitorioso. Deriva da raiz ujji, conquistar. Embora seja descrita aqui como uma técnica especí­fica de pranayama, esse tipo de respiração acontece espontaneamente em estados de concentração intensa e meditação profunda.

A técnica é muito simples. Sente-se em qualquer posição de meditação, com as costas eretas, porém descontraí­das. Coloque as mãos em jñana mudra e, com os olhos fechados, comece a fazer a respiração completa, contraindo levemente a glote e fazendo com que o ar flua com uma certa pressão. Veja MAIS »

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Caracterí­sticas da respiração yogika

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yogi praticando pranayama» por Pedro Kupfer

Em quase todos os casos, excetuando-se alguns exercí­cios especí­ficos, a respiração durante o pranayama precisa manter sempre certas qualidades. Ela deve ser: profunda, completa, consciente, ritmada, controlada, uniforme, lenta, silenciosa, nasal e com a mí­nima projeção do ar. Veremos separadamente cada uma dessas particularidades.

1) Profunda. A respiração yogika é ampla, utilizando a totalidade da capacidade pulmonar. Respirar profundamente significa usar a estrutura ósseo-muscular do tronco para otimizar a assimilação do ar. Ao respirar, toda a musculatura do tronco participa do processo, porém, nunca devemos elevar nem movimentar os ombros.

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