Uma outra maneira de ver os chakras

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Chakras em um yogi

Chakras em um yogi

» por Tales Nunes

Sempre ouvimos que os chakras deveriam ser visualizados ou sentidos. Como não conseguimos vê-los ou senti-los em toda a complexidade que é apresentada pelo Tantra, propomos interpretá-los de uma maneira diferente. Sugerimos, neste artigo, apenas pensarmos sobre os chakras.

Acreditamos que o caminho à iluminação proposto pela prática tântrica pode ser pensada como uma simbologia da nossa própria trajetória de vida e da nossa busca pessoal pela espiritualidade, ou melhor, pela liberação.

De acordo com o Vedanta, independentemente de etnia, nacionalidade ou crença, são quatro as buscas dos seres humanos: artha (segurança), kama (prazer), dharma (o correto agir) e moksha (a libertação).

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Chakras, centros de desenvolvimento psicoespiritual

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» por Rosana Biondillo

No Yoga, de forma geral, há um sistema que descreve os estágios do desenvolvimento psicoespiritual do ser como sendo formado por sete centros, denominados chakras (em sânscrito, “rodas”). Esses centros são também conhecidos como padmas (em sânscrito, “lótus”).

Esses sete centros psicoespirituais estão distribuídos ao longo da coluna vertebral, desde sua base e até o topo da cabeça. Devido à sua forma circular e espiralada ao redor da coluna, sua representação é a de uma serpente que jaz adormecida no último chakra, que se inicia na base da coluna, esperando o momento de ser despertada para iniciar sua escalada rumo ao topo da cabeça (que alguns textos dizem não ser exatamente um chakra, por ser aberto e/ou vazado na parte superior). Por esse motivo, ela é chamada de Kundalini, a “enrolada”. Enquanto “dorme” no último dos sete centros do corpo, ela deixa os outros seis desativados. Portanto, o objetivo das técnicas de Yoga é fazer despertar a serpente, fazer com que ela erga sua cabeça e comece sua ascensão.

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Comida e caráter

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Sri Sathya Sai Baba (1926 - 2011), educador indiano

Sri Sathya Sai Baba (1926 – 2011), educador indiano

» por Sri Sathya Sai Baba (1926 – 2011)

A humanidade é uma inseparável Unidade. Contudo, nós vemos que o homem tem diferenças de opinião, que existem constantes conflitos entre diferentes religiões, que existem tensões entre as castas e que um país é inimigo do outro.

Qual é a causa desses conflitos? A causa de todos esses conflitos e diferenças de opinião é a comida. A comida que você come causa todas essas diferenças, assim como é a comida que você come que determina o que você é, no final.

Existem três qualidades na comida que você consome: sattva (equilíbrio, pureza), rajas (agitação, atividade) e tamas (inércia, ignorância).

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Benefícios de ardha baddha padma paschimottanasana, segundo Lino Miele

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Ardha baddha padma paschimottanasana, em desenho por John Scott

Ardha baddha padma paschimottanasana, em desenho por John Scott

» por Lino Miele

Este asana, ardha baddha padma paschimottanasana, a flexão do meio lótus entrelaçado, produz efeito poderoso sobre o fígado (yakrut) e o baço (pleeha), ambos órgãos que exercem seu papel nos processos digestivos do corpo.

O fígado controla a digestão das gorduras e contribui para o controle do metabolismo, ao passo que o baço produz os glóbulos brancos necessários para a resistência às enfermidades, ajudando a purificar o sangue.

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