Uma outra maneira de ver os chakras

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Chakras em um yogi

Chakras em um yogi

» por Tales Nunes

Sempre ouvimos que os chakras deveriam ser visualizados ou sentidos. Como não conseguimos vê-los ou senti-los em toda a complexidade que é apresentada pelo Tantra, propomos interpretá-los de uma maneira diferente. Sugerimos, neste artigo, apenas pensarmos sobre os chakras.

Acreditamos que o caminho à iluminação proposto pela prática tântrica pode ser pensada como uma simbologia da nossa própria trajetória de vida e da nossa busca pessoal pela espiritualidade, ou melhor, pela liberação.

De acordo com o Vedanta, independentemente de etnia, nacionalidade ou crença, são quatro as buscas dos seres humanos: artha (segurança), kama (prazer), dharma (o correto agir) e moksha (a libertação).

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Tantra + Vedanta = Hatha Yoga?

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Shiva e Parvati
» por Pedro Kupfer

Com frequência, estamos acostumados a ver o Vedanta e o Tantra como ensinamentos conflitantes e mutuamente excludentes. O que não paramos para pensar é que essas duas escolas possam ter muito mais em comum do que imaginamos.

Ainda, para além dos pontos em comum que possamos encontrar entre ambas escolas, tampouco imaginamos, desde a nossa perspectiva limitada pelas etiquetas que em tudo colocamos, que alguém possa ter feito uma síntese entre essas duas grandes vias de conhecimento. E, pior ainda para nós, que essa síntese atenda pelo nome de Hatha Yoga!

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Árvore, mito e corpo no Yoga

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» por João Tadeu de Andrade
Siddhartha Gautama, o Buddha Shakyamuni
Conta a tradição que a iluminação de Siddhartha Gautama se deu sob a sombra de uma árvore, conhecida como Bodhi. Em visita à Índia, encontrei um lugar de veneração a essa árvore. Não se trata da mesma, mas sim de uma distante descendente, uma vez que essa planta vive em média 300 anos. Circulada por uma mureta de proteção, e ilustrada com imagens de Buddha com os tantos nomes dados a ele em sua peregrinação no extremo norte indiano, a árvore Bodhi traz uma enigmática e delicada característica: suas folhas apresentam a nítida forma de um coração.

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O Sidarta de Hesse

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capa do livro Sidarta, de Hermann Hesse» por João Tadeu de Andrade

A vida virtuosa de Siddhartha Gautama, alguns séculos antes da era cristã, moveu corações e mentes, causando, entre outras coisas, o surgimento de uma reconhecida religião mundial, o Buddhismo. Na cidade de Varanasi, na Índia, tida como uma das mais antigas de que se tem notícia, encontra-se o lugar onde, após a iluminação, o Senhor Buddha proferiu seu primeiro sermão. Foi em Sarnat, originalmente um bosque, hoje abrigando um parque, e onde se acham alguns monumentos em memória desse sagrado acontecimento. Ao visitar esse lugar, experimentei uma serenidade amorosa e aconchegante.

Em um templo de Sarnat, a vida do príncipe Siddhartha é retratada em afrescos e imagens pictóricas, ilustrando os principais momentos de sua peregrinação terrena. Ao fundo do templo, uma estátua do iluminado, na posição meditativa, exala uma fragrância de beatitude e paz. O silêncio recomendado ao ambiente sela o sentimento de admiração por um percurso que vai da vida exuberante do principado à condição de desapego do renunciante à procura da libertação.

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