A história do Mahabharata contada por Gloria Arieira

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Em 4 de julho de 2017, a Profª Gloria Arieira começou a contar, no Vidya Mandir – Centro de Estudos de Vedanta e Sânscrito, a história do Mahabharata baseada no livro Mahabharata, de Kamala Subramaniam.


Episódio 1, Nas margens do Ganges, publicado em 19 de janeiro de 2019 na playlist Mahabharata do canal Vidya Mandir – Vedanta e sânscrito no YouTube.

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A história do Yoga

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Selo com um yogin em siddhasana cercado de animais

Selo com um yogin em siddhasana cercado de animais

» por Maurício Wolff

Curioso por natureza e cético por experiência, o praticante de Yoga deve ter se perguntado, em algum momento dos seus estudos, qual é a idade do Yoga e da prática escolhida.

Para essa pergunta, como para quase todas, existem várias possíveis respostas. A primeira e mais óbvia é procurar as origens históricas da linhagem, método ou Yoga em si. E aí começa a aventura.

A tradição na Índia faz com que o estudante reconheça a origem do seu conhecimento adquirido no seu professor, quer ele mantenha os ensinamentos exatamente como aprendeu ou tenha desenvolvido o que foi aprendido.

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O Sidarta de Hesse

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capa do livro Sidarta, de Hermann Hesse» por João Tadeu de Andrade

A vida virtuosa de Siddhartha Gautama, alguns séculos antes da era cristã, moveu corações e mentes, causando, entre outras coisas, o surgimento de uma reconhecida religião mundial, o Buddhismo. Na cidade de Varanasi, na Índia, tida como uma das mais antigas de que se tem notícia, encontra-se o lugar onde, após a iluminação, o Senhor Buddha proferiu seu primeiro sermão. Foi em Sarnat, originalmente um bosque, hoje abrigando um parque, e onde se acham alguns monumentos em memória desse sagrado acontecimento. Ao visitar esse lugar, experimentei uma serenidade amorosa e aconchegante.

Em um templo de Sarnat, a vida do príncipe Siddhartha é retratada em afrescos e imagens pictóricas, ilustrando os principais momentos de sua peregrinação terrena. Ao fundo do templo, uma estátua do iluminado, na posição meditativa, exala uma fragrância de beatitude e paz. O silêncio recomendado ao ambiente sela o sentimento de admiração por um percurso que vai da vida exuberante do principado à condição de desapego do renunciante à procura da libertação.

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