Yoga e política

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Sri Krishna e os cinco irmãos Pandavas, personagens do épico indiano Mahabharata

Sri Krishna e os cinco irmãos Pandavas, personagens do épico indiano Mahabharata

» por Tales Nunes

O objetivo do Yoga não é político em si. Você pode alcançar o objetivo do Yoga sem sequer falar de política. Moksha pode se dar numa caverna nos Himalaias. Mas isso não quer dizer que a política não esteja no Yoga.

Quando Patañjali fala dos oito membros do Yoga, como o suporte para o reconhecimento de si mesmo, ele começa pelos valores. Não é uma moral, é uma ética muito profunda. É uma ética em favor da estética, de uma vida mais bela e mais harmônica para todos. O fundamento dessa ética é a não violência. A não violência não consiste apenas em não matar ou não agredir. É um profundo respeito por todas as formas de vida, seja ela humana, em toda a sua diversidade, ou natural em toda a sua grandeza e delicadeza.

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O que é Yoga? por Pedro Kupfer

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Cristiano Bezerra em padmasana, a postura da flor de lótus, em 2013. Foto por Cristiane Brito.

Cristiano Bezerra em padmasana, a postura da flor de lótus, em 2013. Foto por Cristiane Brito.

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Muito se fala a respeito do Yoga. Muitas definições foram dadas, mas sempre temos a sensação de que alguma coisa fica faltando; de que ele se recusa a ficar aprisionado numa definição. Porque essas quatro letras juntas significam muitas coisas. E o Yoga acaba sendo sempre mais do que as palavras podem dizer.

O Yoga é uma visão peculiar sobre o ser humano e seu papel na ordem das coisas, bem como um caminho de autoanálise que pode ser colocado em prática, prescindindo de qualquer teoria ou crença. Um caminho que conduz o homem a compreender verdadeiramente a si mesmo.

Todo mundo já ouviu dizer que Yoga significa união em sânscrito, mas Yoga igualmente significa trabalho, aplicação. Ou seja, Yoga seria o meio e o fim ao mesmo tempo. Jaideva Singh, no comentário do Vijñanabhairava (p. XIII), um antigo texto tântrico, afirma:

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A história do Yoga

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Selo com um yogin em siddhasana cercado de animais

Selo com um yogin em siddhasana cercado de animais

» por Maurício Wolff

Curioso por natureza e cético por experiência, o praticante de Yoga deve ter se perguntado, em algum momento dos seus estudos, qual é a idade do Yoga e da prática escolhida.

Para essa pergunta, como para quase todas, existem várias possíveis respostas. A primeira e mais óbvia é procurar as origens históricas da linhagem, método ou Yoga em si. E aí começa a aventura.

A tradição na Índia faz com que o estudante reconheça a origem do seu conhecimento adquirido no seu professor, quer ele mantenha os ensinamentos exatamente como aprendeu ou tenha desenvolvido o que foi aprendido.

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Uma outra maneira de ver os chakras

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Chakras em um yogi

Chakras em um yogi

» por Tales Nunes

Sempre ouvimos que os chakras deveriam ser visualizados ou sentidos. Como não conseguimos vê-los ou senti-los em toda a complexidade que é apresentada pelo Tantra, propomos interpretá-los de uma maneira diferente. Sugerimos, neste artigo, apenas pensarmos sobre os chakras.

Acreditamos que o caminho à iluminação proposto pela prática tântrica pode ser pensada como uma simbologia da nossa própria trajetória de vida e da nossa busca pessoal pela espiritualidade, ou melhor, pela liberação.

De acordo com o Vedanta, independentemente de etnia, nacionalidade ou crença, são quatro as buscas dos seres humanos: artha (segurança), kama (prazer), dharma (o correto agir) e moksha (a libertação).

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