Yoga, caminho para Deus

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Jesus de Nazaré (4 a.C. - 33 d.C.), o Cristo, retratado em pintura

Jesus de Nazaré (4 a.C. – 33 d.C.), o Cristo, retratado em pintura

» por Professor Hermógenes (1921-2015) (1)

A Jesus, pelo que disse como ensino, pelo que ensina sem dizer, pelo que deu de amor, pelo que aceitou e perdoou, pelo que foi, é e será na Eternidade.

A Jesus – Amor, Verdade e Ação – que nos leva de volta ao Pai.

A meu amado Guru, Jesus, o Cristo, este livro e todo o meu ser.


Convite

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  1. Texto extraído das páginas 19 a 33 da 12ª edição, de 1996, do livro Yoga: caminho para Deus (1984), do Professor Hermógenes (1921-2015), Editora Nova Era, Rio de Janeiro, e digitado por Cristiano Bezerra em 14 de junho de 2001. Visite o site do Instituto Hermógenes em hermogenesyoga.com.br []
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Introdução ao Yoga Sutra

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Patañjali

Patañjali


» por Mauricio Wolff

Historicamente, a base de todas as diversas abordagens de Yoga é o Yoga Sutra, que representa o resumo de muitas gerações de cultura yogika. Patañjali não criou o Yoga, mas limitou-se a sintetizar o conhecimento védico. Essa obra foi composta entre os séculos II a.C. e IV d.C.

Segundo Krishnamacharya, todos os conceitos do Yoga Sutra podem ser encontrados separadamente nos Vedas, nas Upanishads, no Samkhya Karika e em outros shastras.

Essa obra, desenvolvida posteriormente por numerosos comentários, forma o texto base do Yoga como Darshana, isto é, um dos seis pontos de vista indianos sobre a Realidade última e os modos de aproximar-se dessa Realidade.

São ao todo 195 aforismos (sutras) que integram quatro livros:

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Uma outra maneira de ver os chakras

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Chakras em um yogi

Chakras em um yogi

» por Tales Nunes

Sempre ouvimos que os chakras deveriam ser visualizados ou sentidos. Como não conseguimos vê-los ou senti-los em toda a complexidade que é apresentada pelo Tantra, propomos interpretá-los de uma maneira diferente. Sugerimos, neste artigo, apenas pensarmos sobre os chakras.

Acreditamos que o caminho à iluminação proposto pela prática tântrica pode ser pensada como uma simbologia da nossa própria trajetória de vida e da nossa busca pessoal pela espiritualidade, ou melhor, pela liberação.

De acordo com o Vedanta, independentemente de etnia, nacionalidade ou crença, são quatro as buscas dos seres humanos: artha (segurança), kama (prazer), dharma (o correto agir) e moksha (a libertação).

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Satsanga

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Estudantes de Vedanta em Fortaleza com a Profª Gloria Arieira em maio de 2007

Estudantes de Vedanta em Fortaleza com a Profª Gloria Arieira em maio de 2007

» por Gloria Arieira (1953-), do Vidya Mandir

Satsanga é ficar em companhia de pessoas que possuem o conhecimento claro de sua própria natureza absoluta, ou daquelas que buscam esse mesmo autoconhecimento.

O momento de encontro acompanhado de conversas, perguntas/respostas ou canções cantadas em conjunto é chamado Satsanga. Esses momentos são importantes fontes de inspiração para os que valorizam o conhecimento de si mesmo e querem viver suas vidas com a clareza do Ser Imutável que são.

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