Yamas e Niyamas, a ética do Yoga

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Sri Krishna e os cinco irmãos Pandavas, personagens do épico indiano Mahabharata

Sri Krishna e os cinco irmãos Pandavas, personagens do épico indiano Mahabharata

» síntese por Cristiano Bezerra (1971-) (1)

Quando o yogi se torna qualificado, através da prática da disciplina ética, por abster-se de ações ilícitas (yama) e da auto superação (niyama), pode (então) começar a prática de asanas e das outras técnicas.
Yoga Bhasya Varana, II:29

Se você não tiver tempo ou disposição para agir conforme a ética do Yoga, tampouco terá tempo nem atitude para praticá-lo. Yama e niyama são os dois primeiros passos da caminhada, condição indispensável para que a prática dê resultados concretos.
Pedro Kupfer

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  1. Síntese por Cristiano Bezerra (1971-) em 2001 baseada em textos dos livros A Tradição do Yoga (1998), de Georg Feuerstein (1947-2012), Convite à Não-violência (1984), do Professor Hermógenes (1921-2015), e Yoga Prático (1998), de Pedro Kupfer (1966-). []
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Yoga e Fé

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Padre Zezinho (1941-)

Padre Zezinho (1941-)

» por Padre Zezinho (1941-) (1)

Entre os dias 3 e 6 de setembro de 1998 foi realizado, no Rio de Janeiro, o IX Congresso Brasileiro de Yoga. Entre as atividades realizadas, houve uma mesa redonda sobre Bhakti Yoga, onde representantes de várias correntes religiosas se encontraram e discursaram maravilhosamente sobre a vida espiritual e a relação com Deus. O Padre Zezinho, não podendo comparecer, enviou – para ser lido – o texto transcrito a seguir.

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  1. Texto extraído da edição de janeiro de 1999 da revista O Atma e digitado por Cristiano Bezerra em 17 de outubro de 2001. Visite a página do Padre Zezinho no Facebook em facebook.com/padrezezinhoscj []
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Yoga ou bhoga?

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» por Professor Hermógenes (1921-2015)

Mestre Yoda, personagem fictício no universo de Star Wars, criado por George Lucas

Mestre Yoda, personagem fictício no universo de Star Wars, criado por George Lucas

Os Mestres insistiram em ensinar que, se pretendemos alcançar o Divino em nós, é-nos recomendado exercer um afiado, constante, profundo e claro discernimento, para defender-nos de ilusões, fantasias, equívocos e engôdos. Só assim podemos evitar iludir-nos e, se já estivermos iludidos, desiludir-nos em relação ao mundo impermanente e, portanto, ilusório e decepcionante. Somente após desiludidos quanto à impossível perenidade de tudo, pois tudo é transitório, chegaremos à mais libertadora e iluminadora conquista, que é desapegar-nos das coisas do mundo, sem o que não podemos começar a caminhada rumo à única realidade perene: Deus.

O “filho pródigo”, quando ainda seduzido e arrastado pelas atrações do mundo, não tem como entregar-se ao Yoga ensinado pelos Sábios e pelas escrituras. Ele ainda está se distanciando do Pai por preferir os dourados atavios da ilusão. Um “filho pródigo” assim, ainda encantado com as promessas e delícias mundanas, não quer saber da austeridade do Yoga ensinado pelas sagradas escrituras e pelos Mestres.

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