A história do Yoga

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Selo com um yogin em siddhasana cercado de animais

Selo com um yogin em siddhasana cercado de animais

» por Maurício Wolff

Curioso por natureza e cético por experiência, o praticante de Yoga deve ter se perguntado, em algum momento dos seus estudos, qual é a idade do Yoga e da prática escolhida.

Para essa pergunta, como para quase todas, existem várias possíveis respostas. A primeira e mais óbvia é procurar as origens históricas da linhagem, método ou Yoga em si. E aí começa a aventura.

A tradição na Índia faz com que o estudante reconheça a origem do seu conhecimento adquirido no seu professor, quer ele mantenha os ensinamentos exatamente como aprendeu ou tenha desenvolvido o que foi aprendido.

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O que é pranayama?

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Um yogi praticando nadi sodhana pranayama

Um yogi praticando nadi sodhana pranayama

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Pranayama consiste em controlar o processo
de inspirar (shvasa) e expirar (prashvasa)”
Patañjali, em Yoga Sutra, II:49

A vida começa com a primeira inspiração e se prolonga até a última exalação. O alento é a vida, que flui com tal naturalidade que são poucos os momentos em que percebemos o seu valor. No entanto, se compararmos os elementos vitais para a existência, esse vai ocupar o primeiro lugar: sem alimento consegue-se subsistir durante várias semanas, sem água alguns dias, sem ar durante alguns minutos, mas sem prana, sem energia, não podemos subsistir nem um segundo sequer.

Respirar é viver, respirar bem implica viver melhor, respirar com plenitude significa existir plenamente. Acontece que a maioria das pessoas respira de forma superficial e insuficiente, utilizando apenas uma ínfima parte da capacidade pulmonar e vital. É uma forma bastante precária e limitada de respirar e viver, se considerarmos o potencial que temos para desenvolver de saúde, vitalidade e resistência.

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Maithuna, liturgia sexual

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» por José Hermógenes (1921-)

Shiva e ParvatiFala-se e se escreve sobre “Yoga do Sexo“, e aventureiramente algumas pessoas, por ignorância ou malandrice, definem Tantra como “Yoga do Sexo“. Em geral, aqueles que, já engajados numa vida erótica irresponsável, aspiram encontrar nas venerandas escrituras uma absolvição religiosa para o que já vêm fazendo e não desejam parar. Para que tal homologação?! Se querem continuar onde estão, que continuem, mas não tentem fazer o sagrado abençoar o profano. Sugiro que se esclareçam. Estudem, por exemplo, a tese da psiquiatra Elizabeth Haich publicada no livro Energia Sexual e Yoga-Tantra: A Canalização da Força Criadora Divina1.

Os que estudam os Mestres e as escrituras tântricas se deslumbram com a beleza e a santidade dos muitos rituais externos prescritos. Poderão também encontrar, em algumas fontes da “mão esquerda”, claras referências ao maithuna, que é a união sexual ritualística de um casal de sadhakas (aspirantes espirituais), a imitar com seus corpos o “coito cósmico”, com o qual o casal Shiva-Shakti gera os universos.

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  1. Editado por mim mesmo na Editora Nova Era. (Nota do Autor) []
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