O que é Yoga? por Rosana Biondillo

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Aluna Raquel em sua aula de Yoga em casa em maio de 2017. Foto por Cristiano Bezerra.

Aluna Raquel em sua aula de Yoga em casa em maio de 2017. Foto por Cristiano Bezerra.


» por Rosana Biondillo

Aparentemente, não há mistérios quanto ao significado mais difundido da palavra sânscrita Yoga, ou seja, união de todas as dualidades da existência. Mas quando tenta-se chegar a uma interpretação mais abrangente sobre os conteúdos das práticas de Yoga, tudo se torna mais árido e sutil.

Isso acontece porque ainda, em pleno século vinte e um, costuma-se pensar que o Yoga é uma religião; outros afirmam que é uma ciência; muitos documentam que é uma filosofia; há ainda outros tantos que o consideram uma psicologia, uma terapia, uma fisiologia, uma dança, uma atividade física

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Chakras, centros de desenvolvimento psicoespiritual

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» por Rosana Biondillo

No Yoga, de forma geral, há um sistema que descreve os estágios do desenvolvimento psicoespiritual do ser como sendo formado por sete centros, denominados chakras (em sânscrito, “rodas”). Esses centros são também conhecidos como padmas (em sânscrito, “lótus”).

Esses sete centros psicoespirituais estão distribuídos ao longo da coluna vertebral, desde sua base e até o topo da cabeça. Devido à sua forma circular e espiralada ao redor da coluna, sua representação é a de uma serpente que jaz adormecida no último chakra, que se inicia na base da coluna, esperando o momento de ser despertada para iniciar sua escalada rumo ao topo da cabeça (que alguns textos dizem não ser exatamente um chakra, por ser aberto e/ou vazado na parte superior). Por esse motivo, ela é chamada de Kundalini, a “enrolada”. Enquanto “dorme” no último dos sete centros do corpo, ela deixa os outros seis desativados. Portanto, o objetivo das técnicas de Yoga é fazer despertar a serpente, fazer com que ela erga sua cabeça e comece sua ascensão.

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Uma “nova” ética para os relacionamentos amorosos

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Escultura erótica em templo hindu medieval em Khajuraho, Índia

Escultura erótica em templo hindu medieval em Khajuraho, Índia

» por Rosana Biondillo

Por ter, como todos vocês que me leem agora, passado por algumas amargas experiências no setor dos relacionamentos amorosos, comecei a prestar mais atenção à minha volta, procurando entender pelo menos um pouco do que andou me acontecendo.

Não sei se entendi, mas minhas observações estão se transformando numa pesquisa informal: observo as atitudes de pessoas que eu conheço, que são somadas aos comentários que ouço e aos desabafos que escuto.

E, pasmem, depois de um tempo fazendo isso, passei alguns meses me sentindo quase um lixo de mulher.

Querem saber por quê?

Porque eu “descobri” uma coisa que já anda acontecendo há séculos, mas que nunca antes me chamou tanto a atenção:

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Bhagavad Gita: a grande batalha dentro do coração de Arjuna

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» por Rosana Biondillo

A Bhagavad Gita é uma obra de incomensurável valor, amplamente admirada por sua vasta e profunda complexidade. Os grandes temas estão aí retratados e as angústias e sofrimentos humanos se mostram por inteiro. Mas há também um outro fator extraordinariamente essencial: a saída para essas angústias e dores também é aí mostrada, pois a Gita é certeira ao declarar que para o inevitável sofrimento há uma solução.

A melodia do coração

Krishna é o Grande Senhor do Yoga que tem em Arjuna seu dileto discípulo. Ao tocar sua flauta melodiosa, Krishna produz uma música que arrebata os corações de todos que a ouvem. Sua melodia é a melodia do coração. E é essa também a melodia da imensa Bhagavad Gita – a Canção do Divino Mestre, onde Krishna instrui pela linguagem do coração.

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