Ashtanga Vinyasa Yoga, primeira série: nomenclatura dos asanas

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Asanas da primeira série do Ashtanga Vinyasa Yoga

Asanas da primeira série do Ashtanga Vinyasa Yoga

» pelo Staff do yoga.pro.br

Saudações ao Sol

Surya namaskar: Surya = Sol, namaskar = saudação; saudação ao Sol

Dentro dos surya namaskar A e B há as seguintes posturas:

Samasthitih: sama = igual, sthitih = ficar firmemente ereto; postura equilibrada e estável

Uttanasana: uttana = alongamento intenso; postura de alongamento intenso posterior (para a frente)

Chaturanga dandasana: chatur = quatro, anga = membros, danda = bastão; postura do bastão com apoio em quatro membros

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Hatha Yoga e vertigem

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Cristiano em variação de parivrtta hasta padangusthasana, uma postura de equiíbrio com torção, na sala de Yoga do Ar+Zen » foto por Ana Lorena Magalhães

Cristiano em variação de parivrtta hasta padangusthasana, uma postura de equiíbrio com torção, na sala de Yoga do Ar+Zen » foto por Ana Lorena Magalhães

» por Dr. Luí­s Mário Duarte

É muito comum encontrarmos alunos que advertem aos seus professores de Hatha Yoga que sofrem de “labirintite”, querendo dizer, na verdade, que sofrem de vertigem.

A vertigem é o sintoma cardinal de uma doença vestibular (sistema responsável pelo equilí­brio do corpo). A vertigem é a sensação de movimento quando este não existe ou uma sensação exagerada de movimento em resposta a um dado movimento do corpo. Vertigem não é apenas uma sensação de rodopio ou giro, mas também uma sensação de movimento pendular lateral ou queda para frente ou para trás, ou ainda de que o chão está rodando abaixo dos pés. A vertigem deve ser distinguida do desequilí­brio, da sensação de leveza da cabeça e da sí­ncope (perda abrupta da consciência seguida de queda). A vertigem pode resultar de uma vestibulopatia periférica ou central.

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Asana, dor e alinhamento

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Cristiano Bezerra em preparatório do janusirshasasana » foto por Ana Lorena Magalhães

Cristiano Bezerra em preparatório do janusirshasasana » foto por Ana Lorena Magalhães

» por Pedro Kupfer

Há dois tipos de dor que você pode sentir numa prática de asana: uma positiva e outra negativa. A dor positiva é aquela que você sente nos músculos, e que é sinal de que está trabalhando e mexendo nas estruturas físicas, dando a si mesmo um novo corpo. A dor negativa é a que você sente nas juntas, no interior das articulações, e que significa que você está forçando demasiado, fazendo os exercícios sem alinhamento ou praticando sem atenção ou sem a atitude mental correta. Se você tiver um corpo extremadamente flexível, precisa redobrar esses cuidados. Uma opção é trabalhar dentro da margem de segurança, evitando quaisquer exageros (recomendada para pessoas muito flexíveis). A outra, igualmente válida, seria trabalhar no limiar, no ponto onde o prazer se transforma em dor (mais adequada para pessoas não tão flexíveis assim). Nesse último caso, se pede atenção redobrada para evitar acidentes.

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