Características da respiração yogika

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Um yogi praticando pranayama

Um yogi praticando pranayama

» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Em quase todos os casos, excetuando-se alguns exercícios específicos, a respiração durante o pranayama precisa manter sempre certas qualidades. Ela deve ser: profunda, completa, consciente, ritmada, controlada, uniforme, lenta, silenciosa, nasal e com a mínima projeção do ar. Veremos separadamente cada uma dessas particularidades.

1) Profunda. A respiração yogika é ampla, utilizando a totalidade da capacidade pulmonar. Respirar profundamente significa usar a estrutura ósseo-muscular do tronco para otimizar a assimilação do ar. Ao respirar, toda a musculatura do tronco participa do processo, porém, nunca devemos elevar nem movimentar os ombros.

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Hatha Yoga e vertigem

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Cristiano em variação de parivrtta hasta padangusthasana, uma postura de equilíbrio com torção, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Ana Lorena Magalhães

Cristiano em variação de parivrtta hasta padangusthasana, uma postura de equilíbrio com torção, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Ana Lorena Magalhães


» por Dr. Luís Mário Duarte

É muito comum encontrarmos alunos que advertem aos seus professores de Hatha Yoga que sofrem de “labirintite”, querendo dizer, na verdade, que sofrem de vertigem.

A vertigem é o sintoma cardinal de uma doença vestibular (sistema responsável pelo equilíbrio do corpo). A vertigem é a sensação de movimento quando este não existe ou uma sensação exagerada de movimento em resposta a um dado movimento do corpo. Vertigem não é apenas uma sensação de rodopio ou giro, mas também uma sensação de movimento pendular lateral ou queda para frente ou para trás, ou ainda de que o chão está rodando abaixo dos pés. A vertigem deve ser distinguida do desequilíbrio, da sensação de leveza da cabeça e da síncope (perda abrupta da consciência seguida de queda). A vertigem pode resultar de uma vestibulopatia periférica ou central.

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Yogaterapia para o tratamento de diabetes

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Cristiano em parshvabakasana, a postura lateral do corvo, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Raphaella Quintela

Cristiano em parshvabakasana, a postura lateral do corvo, na sala de Yoga do Ar+Zen. Foto por Raphaella Quintela

» por Dr. Luís Mário Duarte

Diabetes mellitus pertence a um grupo de desordens manifestado pela hiperglicemia, ou seja, taxas de glicose (açúcar) no sangue acima do normal. As causas da diabetes podem ser muitas, mas o defeito real para os pacientes é que não conseguem produzir insulina (hormônio produzido pelo pâncreas) nas quantidades necessárias para fazer frente à sua demanda metabólica. Esses pacientes estão propensos a determinadas complicações, relacionadas com a gravidade do déficit insulínico e com a dificuldade de se alcançar um bom controle da glicemia (taxa de açúcar no sangue). Com excelentes “efeitos” terapêuticos, o Hatha Yoga pode beneficiar enormemente o paciente com diabetes, tanto preventiva quanto terapeuticamente.

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