A Bhagavad Gita e a Filosofia Perene

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Arjuna e Krishna
» por Aldous Huxley (1894 – 1963)

Mais de vinte e cinco séculos passaram-se desde que a chamada Filosofia Perene (Sanathana Dharma) foi posta no papel; e, no curso desses séculos, encontrou expressão repetidamente, ora parcial, ora completa, ora nesta forma, ora naquela. No Vedanta e na profecia Hebraica, no Tao Te King e nos diálogos platônicos, no Evangelho segundo São João e na teologia Mahayana, em Plotinus e no Arcopagita, entre os sufis persas e os mí­sticos cristãos da Idade Média e da Renascença – a Filosofia Perene falou quase todas as lí­nguas da Ásia e da Europa e fez uso da terminologia e tradições de cada uma das religiões mais elevadas.

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A história da Bhagavad Gita

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» por Roviralta Borrel (1856-1926)
Arjuna e Krishna
A epopeia Mahabharata, de que faz parte a Bhagavad Gita, foi compilada na forma atual entre os séculos V e I a.C., e se reporta à grande Índia de outrora, unificada política e culturalmente, estendendo-se do Himalaia ao cabo Camorim.

Os Kurus (ou Kauravas) formavam um importante kula (clã) dessa época. Quando seu Rei Dhrtarastra, o Rei cego, envelheceu, decidiu ceder o trono, não a seu filho Duryodhana, mas ao primogênito de seu irmão Pandu (ou Pandava), Yudhisthira, pois Duryodhana, dado ao mal, não era digno de governar. Mas Duryodhana apoderou-se do trono através de intrigas e traições e tratou de tentar liquidar Yudhisthira e seus quatro irmãos.

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Roviralta Borrel e a Bhagavad Gita

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Arjuna e Krishna» por Edmundo Cardillo

Teósofo, médico, sociólogo e mestre de fitologia, o espanhol José Roviralta Borrel (1856-1926) foi um veterano dos estudos esotéricos, um dos cabeças do movimento teosófico, tendo sido, juntamente com Xifre e Montolin, o fundador da Sociedade Teosófica da Espanha, no ano de 1889.

Profundo conhecedor da lí­ngua alemã, traduziu em prosa, para o seu idioma, o Fausto, de Goethe, considerado até hoje como um trabalho de grande envergadura e a melhor tradução que existe para o castelhano.

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Karma Yoga – Bhagavad Gita, canto 3

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Yoga da ação

Arjuna disse:

Krishna e Arjuna1. Se julgas, Janardana, que o conhecimento é superior à ação, por que me obrigas a cometer semelhante ato de crueldade, Keshava?

2. Com Tua linguagem ambígua confundes meu entendimento. Assim, pois, indica-me com clareza o caminho mais seguro por onde eu possa alcançar a bem-aventurança.

Krishna disse:

3. Segundo te disse antes, há neste mundo dois caminhos1, ó, tu de coração puro2: o dos samkhyas, que praticam a devoção3 através do conhecimento espiritual, e o dos yogis, que professam a devoção através das obras.

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  1. Métodos ou regras de vida. []
  2. Somente os homens de coração puro estão aptos para receber a Verdade. []
  3. Yoga. []
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