Chega de remédios falsos » entrevista com o Professor Hermógenes

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Professor Hermógenes no Retiro de Carnaval de 2008

Professor Hermógenes no Retiro de Carnaval de 2008

Diante da perspectiva de uma crise econômica, ética e moral, o Prof. José Hermógenes nos afirma, em 1998, a simples e eficiente receita de nos encontrarmos com o verdadeiro propósito do Yoga. Ele próprio já é um manifesto vivo. Mesmo assim, seu depoimento resulta numa fervorosa defesa da essência dessa prática milenar.

Adilson Cabral – Como foi o início de sua trajetória no Yoga?

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A Bhagavad Gita e a guerra

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Arjuna e Krishna
» por Svami Prabhavananda e Chistopher Isherwood

Antes da batalha de Kurukshetra começar, Arjuna pede a Krishna para levar sua carruagem até o espaço aberto entre os dois exércitos, para que possa ver os homens com quem vai lutar. Quando Krishna chega lá, Arjuna reconhece muitos de seus parentes e velhos amigos entre as fileiras do inimigo. Fica horrorizado pela revelação de que está para matar aqueles a quem ama mais do que a si mesmo. Em seu desespero, exclama: “Não lutarei!”.

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Modos e meios

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Arjuna ajoelhado diante de Krishna» por José Hermógenes (1921-)

O yogi, dessa maneira, com a mente controlada, une-se ao Atman
e obtém a paz que culmina em
Nirvana, a paz que existe em Mim.
Bhagavad Gita, VI:15


Há modos diferentes para se vencer as distâncias na estrada para Deus.

Se o que nos afasta de Deus e nos vincula ao mundo é nosso imperfeito amar ou nossa incapacidade para o verdadeiro amor, nosso caminhar deve primordialmente ser um aperfeiçoamento nosso para a universalização e purificação do amor.

Na medida em que aprendermos a perder nosso eu na delí­cia de um amor cósmico e imaculado, estamos sendo libertados, curados e salvos pelo amor. E isso se chama Bhakti Yoga.

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Árvore, mito e corpo no Yoga

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» por João Tadeu de Andrade
Siddhartha Gautama, o Buddha Shakiamuni
Conta a tradição que a iluminação de Siddhartha Gautama se deu sob a sombra de uma árvore, conhecida como Bodhi. Em visita à Índia, encontrei um lugar de veneração a essa árvore. Não se trata da mesma, mas sim de uma distante descendente, uma vez que essa planta vive em média 300 anos. Circulada por uma mureta de proteção, e ilustrada com imagens de Buddha com os tantos nomes dados a ele em sua peregrinação no extremo norte indiano, a árvore Bodhi traz uma enigmática e delicada caracterí­stica: suas folhas apresentam a ní­tida forma de um coração.

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