Vegetarianismo e Yoga

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» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

Muita gente se pergunta o porque da dieta vegetariana que nós yogis praticamos. Às vezes fica difícil discernir os motivos pelos quais o vegetarianismo é adotado sem uma compreensão mais profunda desses motivos. O discernimento e a compreensão são valores fundamentais para exercermos nossa liberdade. O yogi consciente não se torna vegetariano cegamente, porque alguém mandou, ou “porque assim se faz há milênios”. O yogi consciente adota o vegetarianismo como um corolário do processo de compreensão da realidade da vida e do papel que o homem exerce no planeta.

Este texto tem o propósito de contextualizar a prática do Yoga na cultura hindu, de maneira que a pergunta sobre o porque do vegetarianismo possa ser devidamente respondida. Ao mesmo tempo, o presente artigo pretende ser uma fonte de reflexão e recursos para aqueles que, havendo incorporado algumas das práticas yogikas em suas vidas, se sintam curiosos ou preparados para darem esse passo em relação à alimentação.

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Ideias para uma relação entre o Yoga e o Ciclismo

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» por Goura Nataraj (Jorge Brand) (1979-)

Goura Nataraj (Jorge Brand) em sua bicicleta

Goura Nataraj (Jorge Brand) em sua bicicleta

Não há dificuldade em percebermos que nossa sociedade moderna volta-se cada vez mais a um ideal oriental de paz e disposição para com a vida. O número de escolas de Yoga, de ashrams, de autores, professores e de estudos sérios sobre o assunto também aumenta e tende a crescer. Claro que falamos aqui em termos gerais, relativos, pois o mundo ocidental também vê crescer em si, ou melhor, re-crescer em si, ideais de alienação, separatismo, ódio e preconceito. Que outra oposição mais díspar e precisa poderíamos fazer, ao lembrarmos da figura de Gandhi, com sua tremenda força espiritual, que abnegava o uso da violência, e o atual “senhor-da-guerra”, Sr. Bush, que afirma trazer a luz da civilização para o lado escuro da humanidade, utilizando para isso a defesa de uma ideologia da violência aliada a uma propaganda de um falso dever moral?

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A ciência do Kriya Yoga

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Paramahansa Yogananda (1893 - 1952) em padmasana, a postura da flor de lótus

Paramahansa Yogananda (1893 – 1952) em padmasana, a postura da flor de lótus

» por Paramahansa Yogananda (1893 – 1952)

A ciência do Kriya Yoga, mencionada tantas vezes nas páginas da Autobiografia de um Yogi, tornou-se amplamente conhecida, na Índia moderna, por intermédio de Lahiri Mahasaya, guru de meu guru. A raiz sânscrita de kriya é kri, fazer, agir, reagir; a mesma raiz se encontra na palavra karma, o princípio natural de causa e efeito. Assim, Kriya Yoga é “união (Yoga) com o Infinito por meio de certa ação ou rito (kriya)”. Um yogi que pratica fielmente essa técnica liberta-se gradualmente do karma ou da legítima cadeia de equilíbrio entre causas e efeitos.

Em virtude de antigas imposições yogikas, não me é permitido dar uma explicação completa do Kriya Yoga em um artigo destinado ao público em geral. A verdadeira técnica deve ser aprendida de um Kriyaban (Kriya Yogi), autorizado pela Self-Realization Fellowship / Yogoda Satsanga Society of India1. Aqui me limitarei a certas referências.

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  1. Paramahansa Yogananda concedeu, aos que o sucederiam como presidentes e líderes espirituais de sua associação (Self-Realization Fellowship / Yogoda Satsanga Society of India), a autoridade de dar instruções e iniciação aos estudantes qualificados para receber o Kriya Yoga, ou para designarem um ministro religioso ordenado pela SRF/YSS. Também providenciou a divulgação perpétua da ciência do Kriya Yoga através das Lições da Self-Realization Fellowship (Yogoda), disponíveis na Sede Central da SRF em Los Angeles. (Nota da Editora) []
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