O que o Yoga não é

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Sri Yantra» por Maria Alice Figueiredo

O que é o Yoga? Essa é uma pergunta que aprendi a temer, porque é impossível respondê-la em poucas palavras. Dizer, por exemplo, que o Yoga é a ciência do ser e a arte do existir é uma resposta precisa e poética. Todavia, para que venha a ser compreendida por um leigo, será necessário acrescentar um longo comentário.

O objetivo primordial do Yoga é levar-nos, através de técnicas tanto físicas quanto psíquicas, a vivenciar estados do ser que se situam além da atividade mental que opera com palavras e idéias: além dos pensamentos, enfim.

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Ujjayi pranayama, segundo Pedro Kupfer

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» por Pedro Kupfer
yogi tibetano
Ujjayi significa vitorioso. Deriva da raiz ujji, conquistar. Embora seja descrita aqui como uma técnica específica de pranayama, esse tipo de respiração acontece espontaneamente em estados de concentração intensa e meditação profunda.

A técnica é muito simples. Sente-se em qualquer posição de meditação, com as costas eretas, porém descontraídas. Coloque as mãos em jñana mudra e, com os olhos fechados, comece a fazer a respiração completa, contraindo levemente a glote e fazendo com que o ar flua com uma certa pressão. Veja MAIS »

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Kumbhaka bandha pranayama

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» por Pedro Kupfer (1966-), do yoga.pro.br

A palavra kumbha ou kumbhaka significa cântaro. Kumbhaka bandha é a respiração completa, com ritmo e contrações. É um dos exercícios mais importantes do Yoga, tendo uma forte atuação nos órgãos internos, glândulas endócrinas e plexos nervosos. O mais importante desta técnica, porém, não está em seu efeito fisiológico, senão no plano sutil, no estímulo produzido no corpo energético. Proporciona o bhuta shuddhi, a purificação dos elementos corporais, considerada condição sine qua non para o despertar da kundalini.

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Svadhyaya, a busca do Ser

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por José Hermógenes (1921-)

Vyasa ditando para GanapatiO entendimento, para aquele que o possui, é uma fonte de vida;
porém, a estupidez é o castigo dos insensatos.

Provérbios, 16:20

Quem sou eu?

Que sou eu?

Todas as respostas, baseadas na lógica ou num autodiagnóstico comprometido, seja por autopiedade, auto-severidade, autocomplacência, ou seja por racionalização, são incapazes, e não válidas.

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