Jñana Yoga, a sabedoria que liberta

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

» por José Hermógenes (1921-)

Sri Shankara (788-820 d.C.) e discípulosE conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará.
João, 8:32


A alienante ignorância diz: “Deus é Divino, e eu, humano; Deus é Perfeição, e eu, pecado; Deus é Luz, e eu, sombra; Deus é Liberdade, e eu, servidão; Deus é Paz, e eu, conflito; Deus é Unidade, e eu, pedacinhos desarmônicos; Deus é Bem-Aventurança, e eu, sofrimento; Deus é Opulência, e eu, pobreza; Deus é Plenitude, e eu, vazio… Deus é grande demais. Deus está infinitamente fora de meu alcance…”

Veja MAIS »

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Bhakti Yoga, o amor que liberta

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Hanuman adorando Rama e Sita» por José Hermógenes (1921-)

Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu pensamento.
Esse é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a esse, é: amarás o teu próximo como a ti mesmo.
Desses dois mandamentos depende toda a Lei dos profetas.

Mateus, 22:37-39


Chama-se Bhakti Yoga a conquista do Reino através da adoração e do amor.

Bhakta é o devoto que, na adoração de uma imagem, de uma expressão sensí­vel de Deus – Cristo, Buddha, Krishna, Sai Baba, Kali, a Virgem… – se extasia.

Veja MAIS »

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Karma Yoga, a ação que liberta

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Arjuna e Krsna
» por José Hermógenes (1921-)

Assim também a fé,
se não tiver obras,
é a morte em si mesma.

Tiago, 2:17


Seres humanos ativos, empreendedores, atuantes no meio, se divinizarem suas ações, no serviço que prestarem, encontrarão a Paz.

A divinização do agir é o que se chama Karma Yoga.

Veja MAIS »

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

Maithuna, liturgia sexual

Compartilhe esse conteúdo com alguém...

» por José Hermógenes (1921-)

Shiva e ParvatiFala-se e se escreve sobre “Yoga do Sexo“, e aventureiramente algumas pessoas, por ignorância ou malandrice, definem Tantra como “Yoga do Sexo“. Em geral, aqueles que, já engajados numa vida erótica irresponsável, aspiram encontrar nas venerandas escrituras uma absolvição religiosa para o que já vêm fazendo e não desejam parar. Para que tal homologação?! Se querem continuar onde estão, que continuem, mas não tentem fazer o sagrado abençoar o profano. Sugiro que se esclareçam. Estudem, por exemplo, a tese da psiquiatra Elizabeth Haich publicada no livro Energia Sexual e Yoga-Tantra: A Canalização da Força Criadora Divina1.

Os que estudam os Mestres e as escrituras tântricas se deslumbram com a beleza e a santidade dos muitos rituais externos prescritos. Poderão também encontrar, em algumas fontes da “mão esquerda”, claras referências ao maithuna, que é a união sexual ritualística de um casal de sadhakas (aspirantes espirituais), a imitar com seus corpos o “coito cósmico”, com o qual o casal Shiva-Shakti gera os universos.

Veja MAIS »

  1. Editado por mim mesmo na Editora Nova Era. (Nota do Autor) []
Compartilhe esse conteúdo com alguém...