Yoga e liberdade

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» por Tales Nunes

Cristiano Bezerra em bhujapidasana, a postura da pressão sobre os braços, na sala de Yoga do Espaço Núcleo Sol. Foto por Paola Marques.

Cristiano Bezerra em bhujapidasana, a postura da pressão sobre os braços, na sala de Yoga do Espaço Núcleo Sol. Foto por Paola Marques.

Liberdade não é fazer o que se quer,
mas simplesmente contentar-se com o que se é.”

Tales Nunes

Qual, afinal, é o objetivo do Yoga? Para que fazermos tantas ações e criarmos uma disciplina de prática de Yoga? Parto do princípio de que o objetivo de praticarmos Yoga é alcançarmos a liberdade. Mas, se buscamos alcançar a liberdade, é porque não somos livres. Então, o que nos aprisiona?

O mundo, a realidade, é como é. Nós imprimimos sobre ele valores, desejos e expectativas, a tal ponto de podermos dizer que existe um mundo em cada mente humana. Há uma maneira de ver e de interpretar o mundo em cada pessoa.

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Sadhana e liberdade

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Goura Nataraj com um elefante na Índia

Goura Nataraj com um elefante na Índia

» por Goura Nataraj (Jorge Brand) (1979-)

Para Epictetus, importante filósofo estoico do período romano, a verdadeira liberdade consiste em considerar as coisas como realmente são, e não como somos acostumados a senti-las, sempre sobre a influência de condicionamentos que, nem sempre, o que vale dizer, quase nunca, nos representam o quadro fidedigno do mundo em que vivemos.

Existem coisas que estão sobre o nosso controle, tais como concepções, escolhas, desejos e aversões, e coisas que não estão, as quais são, para o filósofo, nosso próprio corpo, propriedades, reputação e atividades.

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O Yoga e a bicicleta

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Swami Sivananda (1887 – 1963) e sua bicicleta

Swami Sivananda (1887 – 1963) e sua bicicleta


» por Goura Nataraj (Jorge Brand) (1979-)

A relação do ser humano com o seu habitat envolve necessariamente a questão do seu deslocamento nesse habitat. Meios de transporte que estejam mais em sintonia com a natureza se tornarão mais e mais requisitados, desde que a sustentação do esquema do óleo – petro-óleo – têm se mostrado como uma das coisas mais desastrosas nas quais a humanidade já se meteu.

Podemos pensar desde os numerosos vazamentos nas praias e mares, com consequências duradouras aos locais onde ocorreram tais incidentes (Galícia, Alasca, Paranaguá, Rio Iguaçu, Líbano etc), até a poluição das cidades onde se torna cada vez mais desagradável ter que pegar o carro para fazer algum deslocamento qualquer devido às inúmeras complicações que ele provoca.

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Bicicleta, ahimsa e a cultura do automóvel

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Ciclista em Mumbai, Índia

Ciclista em Mumbai, Índia


» por Goura Nataraj (Jorge Brand) (1979-)

Uma das mais importantes qualidades de um brahmana, de um yogi, é a capacidade de reconhecer em tudo o que existe, nas mais diversas e distintas manifestações de existência, a unidade de Brahman, o princípio único que subjaz em todos os fenômenos.

Esse olhar singular, este re-conhecimento místico, aparece na Bhagavad Gita sob o termo sama-darshinah – visão equânime. O yogi possui uma visão de igualdade. Na diversidade quase infinita do mundo material, ele vê sempre Brahman, a divindade, a consciência suprema, por trás das formas sempre diferentes, sempre mutantes dos fenômenos.

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