Orientações aos iniciantes na prática do Hatha Yoga

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Aluna Raquel em sua aula de Yoga em casa em abril de 2017. Foto por Cristiano Bezerra.

Aluna Raquel em sua aula de Yoga em casa em abril de 2017. Foto por Cristiano Bezerra.

» por Milton Cunha (1919-2000)

As técnicas de respiração, relaxamento e meditação constituem a base da prática do Hatha Yoga. Dessa forma, não devemos confundir o Hatha Yoga com o contorcionismo das ginásticas que exigem do corpo o máximo de flexibilidade. Na realidade, a milenar ciência indiana é muito mais a interação corpo-mente do que um simples exercício físico. Essa visão holística nos conduz a uma reeducação integral, o caminho do autodomínio que nos leva a uma transformação interior.

Yoga não é religião, apesar de fortemente impregnada de Hinduísmo. Sua prática vitaliza a vida religiosa, qualquer que seja o seu credo. Não é difícil, não cansa, não desperdiça energias, podendo ser praticada por pessoas de ambos os sexos em qualquer idade, tornando-se acessível aos idosos e enfermos. Também não é uma ginástica. Suas posições ou posturas são representações simbólicas, expressando uma maneira de estar para atingir um modo de ser, orientando a circulação de energias em todo o corpo.

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O aperfeiçoamento do asana

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» por Marilda Velloso
Katia Dacosta em utthita trikonasana
É muito comum ouvir-se falar nas escolas de Yoga: “Fulano faz asanas tão bem!”…

Claro que a pessoa que assim se expressa fala do “desenho” do asana, isto é, que o asana, em seu momento de estabilidade, mostra-se exatamente igual ao que vemos em fotos ou desenhos nos livros de Yoga.

É muito desejável chegar-se a este ponto de “perfeição”, pois significa que o praticante está com o seu potencial ósseo-muscular em perfeitas condições e que nenhum problema fisiológico o impede de praticar o asana em questão.

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Yoga para iniciantes: a teoria e a prática

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Aluna Raquel em sua aula de Yoga em casa em abril de 2017. Foto por Cristiano Bezerra.

Aluna Raquel em sua aula de Yoga em casa em abril de 2017. Foto por Cristiano Bezerra.

» por Rosana Biondillo

O Yoga é considerado uma disciplina prática. Numa aula, há várias partes que formam um conjunto harmônico. Cada uma dessas partes enfatiza um aspecto, como: preceitos éticos, posturas psicofísicas, respiração, relaxamento, concentração e meditação.

É um trabalho que integra corpo e mente de maneira consciente, promovendo uma reestruturação mental e orgânica do praticante. É por esse motivo que o mais apropriado é dizer “praticar Yoga”, e não “fazer Yoga”.

Porém, isso não significa que o Yoga não tenha teoria. Tem, e muita! Só que, por si só, essa teoria é mero conhecimento intelectual. Importantíssimo, sem dúvida. Porém, no contexto do Yoga, a teoria deve ser incorporada à prática. Tem que ser “experimentada”. O praticante que estuda os textos tradicionais do Yoga pode compreender melhor suas experiências e avançar em sua prática. Mas tem que praticar.

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O templo do Yoga

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» por Pedro Kupfer
Templo hindu em Nova Délhi
O Yoga é como um templo: uma belíssima construção feita dos mais nobres materiais. Esse templo é o produto da contribuição de inúmeras gerações de sábios e yogis, que deram o melhor de si mesmos para essa obra. É o resultado de visões e revelações dos mestres ancestrais sobre o sentido da existência e como realizar nesta vida as mais altas aspirações humanas. Esse templo recebeu o fruto de milhares de praticantes silenciosos que o enriqueceram com suas dádivas. Apesar das inúmeras mãos, conhecidas e anônimas, que levantaram o prédio ao longo das gerações, é visível uma perfeita unidade na estrutura, já que o objetivo final do Yoga sempre foi a prioridade de todos esses artífices.

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